AULAS DE CAPOEIRA

AULAS DE CAPOEIRA COM RITA VILHENA

INSCRIÇÕES: +351 935 189 306

TERÇAS-FEIRAS:

às 17:30
7 aos 14 anos
às 18:30
Jovens & Adultos

SÁBADOS:

às 10:00
dos 7 aos 14 anos

Leon Baldesberger’s Meersalz – Grilled Orange

SESSÃO DUPLA: 19:00 & 21:00
RESERVAS: reservas@re-criativarepublica14.pt

Grilled Orange é o terceiro álbum de composições originais do trompetista luso-helvético. Aliado a um certo minimalismo, excertos claramente estruturados e orquestrados, nos quais predomina a combinação entre ritmos complexos e harmonias latas, andam de mãos dadas com a improvisação. O projecto tem evoluído continuamente desde que foi impulsionado como „Best of Swiss Jazz Bachelor 2012“, tendo passado por palcos reputados na Suíça, Alemanha, Portugal e Espanha. “A idiossincrasia da proposta de Leon Baldesberger e dos seus companheiros não está na casca, nasce de dentro, do caroço, e preenche toda a polpa” (Rui Eduardo Paes in jazz.pt)

Leon Baldesberger – Trompete
Miguel Martins – Guitarra
Léo Vrillaud – Piano
Luís Henrique – Baixo
João Melro – Bateria

Nebuchadnezzar Group

SESSÃO DUPLA: 19:00 & 21:00
RESERVAS: reservas@re-criativarepublica14.pt

Projecto de jazz contemporâneo de quatro músicos portugueses: João Ferreira (piano e teclados), Hugo Santos (contrabaixo e baixo eléctrico), Cláudio Alves (guitarra) e Maximiliano Llanos (bateria. Formado em 2014 na região do Algarvetem como foco principal a criação de composições originais, sem barreiras estilísticas e com a improvisação como elemento comum e constante.
Gravam e editam em 2015 o primeiro álbum com título homónimo e em 2018 gravam o segundo trabalho “Travellers” lançado em 2019 e apresentado ao vivo em transmissão directa no Auditório do Liceu Camões em Lisboa a convite da Antena 2. Actualmente o grupo prepara a digressão de apresentação do novo álbum “Cântico” gravado em Fevereiro de 2020.
“O que nos motiva é querer chegar às pessoas com a nossa arte e participar no desenvolvimento da cultura. A nossa música é muita coisa. Há uma liberdade enquanto grupo. Estamos dispostos a explorar os mais diversos timbres e texturas”.A instrumentação utilizada pelo grupo potencia uma grande variedade de abordagens estilísticas com diferentes abordagens e referências como o Rock, o Drum n’Bass ou mesmo a música étnica.

Canções do Mundo Interno

SESSÃO DUPLA: 19:00 & 21:00
RESERVAS: reservas@re-criativarepublica14.pt

Carla Pontes – voz
Nestor Días – trombone e guitarra
Ricardo Martins – guitarra portuguesa

O programa canções do mundo interno divide-se em três partes: O lamento e a saudade no universo feminino, com fados de letras escritas por mulheres; Cantares de tradição e liberdade, como homenagem a José Afonso e Espirituais negros, com canções de dor, mas também de esperança e devoção, cantadas pelos escravos afro-americanos. É portanto um programa que claramente nos recorda da igualdade, dos direitos humanos, da liberdade e da tradição. 

Fad’Nu

SESSÃO DUPLA: 19:00 & 21:00
RESERVAS: reservas@re-criativarepublica14.pt

Fad` Nu – cumplicidade intimista, diálogo cénico e musical entre a cantora e o guitarrista, personagens fulcrais e identificadoras do FADO.Com evidentes ligações à tradição, é uma opção livre de dogmas e aberta aos novos caminhos da globalização artística que traz novidade ao fado, novas roupas, novos cenários, alargando e descobrindo novos repertórios e estabelecendo pontes e afinidades entre diferentes géneros e raízes culturais.Poesia com sumo, música com garra e palco com alma, de portas abertas aos grandes poetas e trovadores da língua portuguesa,Fad Nu não tem credos nem fronteiras e encontra a sua verdade e a sua essência na descoberta de um caminho que se reinventa a cada novo passo.Cátia Alhandra – Voz
José Alegre – Guitarra Portuguesa
Convidados:
Tiago Rêgo – Percussão Mediterrânica
Paulo Matos da Silva – Contrabaixo
———————
Fad` Nu – intimate complicity, scenic and musical dialogue between the singer and the guitarist, key characters and identifiers of FADO.With evident links to tradition, Fad’Nu is free of dogmas and open to new paths of artistic globalization bringing novelty to fado, new clothes, new scenarios, expanding and discovering new repertoires and establishing bridges and affinities between different genres and cultural roots.Juicy poetry, soulful music with open doors to the great poets and troubadours of the Portuguese language,Fad’Nu has no creeds or borders and finds it’s truth and his essence in discovering a path that reinvents itself with each new step.Cátia Alhandra – Voz
José Alegre – Guitarra Portuguesa
Convidados:
Tiago Rêgo – Percussão Mediterrânica
Paulo Matos da Silva – Contrabaixo

Fried Fanekas & Fast Eddie Nelson

A conhecida banda de Blues do Algarve The Fried Fanekas com João Melro na bateria, Luís Henrique no baixo, Pedro Gil na guitarra e Tércio Freire na guitarra, harmónica e voz, recebe o guitarrista Fast Eddie Nelson.Fast Eddie Nelsom é oriundo da cidade do Barreiro e integrou projectos como Gasoline, The Sullens, Los Santeros, Big River Johnson e Fast Eddie Nelson & the Riverside Monkeys, tem editado os últimos trabalhos em nome individual.
Num percurso musical que varia entre os Blues, o Rock, o Folk e o Bluegrass, tem-se apresentado um pouco por todo o país assim como Espanha e Itália. O seu som cruza o Mississipi Blues o Rock e o Folk.

Turning Point Quartet

Quarteto composto por Luís Miguel (Saxofone), Alexandre Dahmen (Piano), Luís Henrique (Contrabaixo) e Maximiliano Llanos (Bateria), nasce de uma forma improvisada, em torno de um repertório bastante variado, compostos por temas originais, standards do cancioneiro norte-americano “American Songbook” e composições do jazz de vanguarda.

Zeus Faber

Zeus Faber é o nome científico do peixe-galo, um peixe cosmopolita que integra a gastronomia tradicional portuguesa. Tal como o peixe, a banda Zeus Faber também habita ambientes variados, procurando sempre sonoridades multi culturais, tendo como base o jazz e as diversas influências dos músicos envolvidos. Recentemente este projecto gravou o seu primeiro CD com 7 temas originais compostos por João Araújo, o teclista deste projecto. No CD a voz e as letras pertencem a Genoveva Faísca, a quem se juntam Leon Baldesberger no trompete, André Capela no saxofone, Luís Santos na guitarra, Marco Martins no baixo, Janaca na bateria, Vasco Moura no baixo, Bruno Vítor na bateria e contrabaixo e ainda com a participação da cantora italiana Federica Gallus.
Músicos em concerto:
Genoveva Faísca – voz, Leon Baldesberger – trompete, João Araújo – piano eléctrico e sintetizadores, Luís Santos – guitarra, André Capela – Saxofone, Paulo Machado – baixo eléctrico, Janaca – bateria e percussões, .

Improvisação Teatral

com Mariana Vasconcelos

A oficina visa investigar praticamente os elementos básicos do Sistema Impro, criado por Keith Johnstone, dentre eles, a escuta, a agilidade de respostas (rebote), a aceitação das primeiras ideias, a prontidão para o risco, a lida com o fracasso, a capacidade imaginativa e a criatividade. A metodologia de ensino-aprendizagem convida o improvisador a criar uma dramaturgia coletiva de forma fluida e espontânea. Incita, portanto, o aluno-improvisador a desafiar-se pela exposição de si mesmo ao mesmo tempo que tentar diluir minimamente seus medos em prol da criação de novas relações e histórias.

Sangha

A música de SANGHA é uma viagem através da música tradicional do oriente com incursões no jazz e música do mundo. Nasceu na fusão da música tradicional indiana do oriente e do jazz. Este poderoso colectivo de 5 músicos, oferece uma viajem por entre paisagens musicais contemplativas – os Mantras tradicionais indianos (bhajan, kirtan e japa) da ancestral cultura vedica – e a linguagem enérgica do jazz. num encontro entre a etnicidade e a modernidade. Um concerto original e imperdìvel que irá surpreender o publico desde da primeira nota.
Ricardo Viegas – voz/guitarra/harmónio, Miguel Martins – guitarra eléctrica, Marco Martins – baixo, João Melro – bateria e Sérgio Almeida – percussões.

Yoga and Sound Healing Journey

Domingo, 6 de Setembro das 18 às 19:30
Relax and Restore com Ana Moreira e Laila Libardoni.
Todos os níveis.
Agradecemos que a marcação seja feita com pelo menos 2 dias de antecedência para: laila725@hotmail.com / 925 610 305 ou 914 051 180
Donativo mínimo 2€ min.
Traga uma toalha ou um tapete se quiser deitar-se para o sound healing (opcional)Sunday 6th of September from 6 pm to 7:30 pm
Relax and Restore wth Ana Moreira e Laila Libardoni.
All levels are welcome
Inscritions must be madeI at least 2 days before: laila725@hotmail.com / 925 610 305 or 914 051 180
Minimum donation 2€ min
Bring a towel or mat if you wish to lay down for sound healing (opcional)
———————————————-A prática de Yoga & Sound Healing é uma prática que traz equilíbrio e calma ao corpo e mente. Tem sentido ansiedade, stress, dificuldade em dormir ou fadiga? Nesta experiência ao ar livre oferecemos momentos que podem levar a estados de relaxamento profundo. O sound healing ou terapia pelo som tem o poder de restaurar o corpo físico, emocional e espiritual através de frequências vibratórias emitidas pela voz e por instrumentos meticulosamente afinados como as taças de cristal. O tipo de yoga praticado envolve alongamentos suaves e guiados, onde o corpo é suportado com a ajuda de uma cadeira para manter o conforto em cada postura. É uma óptima prática para todos, indicado também para pessoas com mobilidade reduzida e crianças 12+. O fio condutor desta experiência é o amor, não é necessária qualquer tipo de experiência ou saber falar português, a comunicação poderá ser feita através da visão.Benefícios do Yoga e Sound Healing:
– Relaxamento profundo
– Redução de Stress
– Ritmo cardíaco reduzido
– Reparação do sono
– Alívio de dores físicas
– Promove o crescimento espiritual
– Aumento da energia e vitalidade

Trio Mêd com Eliana Rosa

O Trio Mêd é composto por Luis Firmino, Juary Lima e Henrique Silva. Nesta noite dedicada à música de Cabo Verde e à “Coladera D’Nós Terra” vão ter como convidada a cantora Eliana Rosa. Uma grande noite com a música de Cabo Verde.

Lisboa String Trio

LST – Lisbon String Trio
José Peixoto – guitarra clássica
Bernardo Couto – guitarra portuguesa
Carlos Barretto – contrabaixo

Juntos desde 2013, editaram o primeiro CD “Matéria” em 2014 que ganhou o Prémio Carlos Paredes atribuído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Em 2016 editam “Lisboa” e com este trabalho para além de actuarem um pouco por todo o país e em alguns festivais no estrangeiro, são nomeados para Melhor Disco – Prémio Autores 2017, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.

Numa terra de dialectos de sangue, é nessa pureza de uma raça impura que se geram novas formas de expressão para sentimentos intemporais. É nesta paisagem mestiça que aparecem propostas singulares como a música deste trio. Equidistante de várias tradições, sem as espelhar mas nelas inspirada, desenvolvendo várias plataformas onde os músicos se podem exprimir livremente e semeá-las com as suas identidades. Admitindo que as duas palavras/conceitos “jazz” e “português” podem existir sem sobressaltos, este trio atreve-se a construir a sua música nesse contexto poético e subjectivo. Jazz português? Se fado fosse…

Carlos Barretto é uma referência no panorama jazzístico português como contrabaixista e compositor. É natural de Lisboa onde reside e viveu em Viena, Paris e Madrid. Tocou por toda a Europa, China, África e América do Sul. Combina a actividade musical com as artes plásticas (pintura). Gravou 10 álbuns como líder e mais de 50 como sideman.
Bernardo Couto, nascido em Dezembro de 1979, começou a aprender a tocar guitarra portuguesa aos 14 anos, com o guitarrista Carlos Gonçalves. Estudou também com Pedro Caldeira Cabral, Ricardo Rocha e Paulo Parreira.
José Peixoto (1960), músico, compositor, arranjador e produtor estudou Guitarra Clássica na Academia de Amadores de Música de Lisboa. Tem desenvolvido intensa actividade quer em projectos de outros autores e grupos (José Mário Branco, Maria João, Madredeus, Janita Salomé, Carlos Zíngaro, João Monge, Maria Berasarte, etc) quer nos seus próprios projectos que contam com 18 cd’s gravados em nome próprio.

Paulinho Lêmos

A Bossa Nova foi o movimento musical mais importante do Brasil no século XX. Oficialmente começou em 1958 quando o vinil do cantor
João Gilberto chegou às lojas de discos brasileiras, incluindo a música Chega de Saudade de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e Bim Bom do próprio cantor.
A grande influência da cultura norte-americana do pós guerra combinada com os aspectos do impressionismo acadêmico (Debussy, Ravel) e um sentimento de inconformidade com o formato musical que existia na época no Brasil disseminaram descontentes inovadores. O tripé da nova bossa fundou suas raízes na densidade musical do compositor Antonio Carlos Jobim, na
luminosidade poética de Vinicius de Moraes e na genialidade do intérprete João Gilberto. No entanto, a Bossa Nova foi mais do que qualquer outra coisa, um movimento de emergência urbana num Brasil em desenvolvimento durante a presidência de Juscelino
Kubitschek (1955-60). Concentrou-se no Rio de Janeiro em apartamentos na Zona Sul, como o da cantora Nara Leão em Copacabana que organizava encontros de jovens autores e músicos como Carlos Lyra, Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Sérgio Ricardo, Chico Feitosa, entre outros. O clássico mais importante desse movimento é o tema Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, gravado em 1963 por João Gilberto, sua esposa Astrud Gilberto, o saxofonista de jazz Stan Getz e Tom Jobim nos EUA e expandiria o Estilo Bossa Nova para todo o planeta. “Garota de Ipanema” é hoje uma das músicas mais
gravadas do mundo. Algumas das principais músicas desse movimento foram regravadas por ases internacionais como Ella Fitzgerald, Miles Davis, Sarah Vaughan, Herbie Mann, Charlie Byrd,
Oscar Peterson, Bill Evans, Coleman Hawkins, Cannonball Adderley, Gerry Mulligan, Frank Sinatra, Chet Baker e muitos outros.

PAULINHO LÊMOS
Desde que decidiu mudar-se para Portugal, por volta da
metade dos anos oitenta, Paulinho Lêmos tornou-se um dos músicos brasileiros mais representativos da música de seu país no velho continente e especialmente na cena portuguesa e espanhola, onde actua com uma assiduidade que diz muito de suas atitudes artísticas. Com dez discos no mercado e um currículo em que
encontramos aparições em cenários de primeira linha como o Festival de Jazz Montreux, Expo’98, Museu Guggemhein Bilbao, Mestres da Lusofonia, etc. Se algo está claro é que a sutileza e a qualidade deste guitarrista e intérprete é todo um presente para os
ouvidos mais exigentes. Uma noite para se deixar seduzir por este “auto-nomeado” cidadão do mundo.

Cool Manouche

Cool Manouche – quarteto de Gypsy Jazz inspirado nos clássicos de Django Reinhardt, Stochelo Rosenberg ou Tchavolo Schmitt.

É composto por Luís Fialho e Ray Bartlett nas guitarras, Rick Steffens no contrabaixo e Betty M. violinista e cantora.

PIAZZOLLA

O acordeonista Gonçalo Pescada apresenta-se em concerto com o Quinteto Sull’a Corda, composto por dois violinos, viola d’ arco, violoncelo e contrabaixo, para um concerto memorável em torno da obra de Astor Piazzolla. Intérpretes de excelência que partilham o gosto pela música e pela arte.
Violinos: Pedro Sá e Lizana Loch Maciel, Viola d’Arco: Elisabete Martins, Violoncelo: Bárbara Santos, Contrabaixo: Bruno Vitor Martins

Suricata

SURICATA – Pedro Gil na guitarra eléctrica e Tércio Freire na guitarra barítono com o convidado Paulo Franco nas percussões.

Na música de Suricata encontra-se a fusão entre Fado, Jazz e Blues com paisagens sonoras que nos levam entre o mar e o deserto. Música instrumental e o diálogo entre duas guitarras que cruzam os sons do tradicional com o moderno!

Suricata music is a fusion of Fado, Jazz and Blues with soundscapes that take you to desert and sea. Instrumental music with two guitars crossing the portuguese traditional with modern sounds!

Moçoilas

Depois do interregno do Covid, a REPÚBLICA 14 regressa finalmente aos concertos ao vivo. E nada melhor que um concerto que nos traz a genuína música do Algarve, um concerto com as MOÇOILAS.

Inês Rosa, Margarida Guerreiro e Teresa Silva, formam actualmente o grupo, que celebrou os seus 25 anos de actividade durante o ano de 2019 com o lançamento do CD “Atão Porque Não?”
Regressando à Serra Mãe – a Serra do Caldeirão, este álbum reata vivências, traz à luz as vozes das mulheres desta região e reacende memórias de outros tempos, tempos de vivências pesadas, mas agora reavivados sob a forma de novas e alegres sonoridades, que não esquecem os desalentos da vida, mas que os transformam no reflexo de uma força e tenacidade, próprias das mulheres.

English
After Covid’s forced break, REPÚBLICA 14 finally returns to live concerts. And nothing better than a concert that brings us genuine music form Algarve in a concert by the group MOÇOILAS.

Inês Rosa, Margarida Guerreiro and Teresa Silva, currently form the group, which celebrated its 25 years of activity during 2019 with the release of the CD “Atão Porque Não?”
Returning to the mother mountain, Serra do Caldeirão, this album rekindles experiences, brings to the light the voices of women from the mountain and rekindles memories of other times, times of heavy experiences, but now revived in the form of new and joyful sounds, which they forget the dismay of life, but which transform them into the reflection of a strength and tenacity, typical of women.

Mercado de Trocas

English Below

ONDE?
RE-CRIATIVA REPÚBLICA 14 (Olhão)

QUANDO?
Último domingo de cada mês – das 17h00 às 20h30

COMO FUNCIONA?
– Traz roupa, sapatos e acessórios que já não queres OU livros (máx. 10 peças/livros);
– Entrega as tuas peças no Check-In e recebe o número de senhas correspondente;
– Troca as tuas senhas por peças ou livros novos-usados.

NOTAS
– As peças deverão estar em bom estado e limpas;
– Não se aceitam livros que saíram em revistas e jornais, livros tecnológicos muito antigos, colecções antigas nem livros escritos, rasgados ou dobrados;
– No caso de haver excedentes NADA será jogado para o lixo. – Os objectos ficarão guardados para um próximo mercado de trocas ou serão entregues a instituições solidárias locais;
– Aceitamos donativos para permitir o pagamento de deslocações, bens materiais, logística e organização.

English

WHERE?
RE-CRIATIVA REPÚBLICA 14 (Olhão)

WHEN?
Last Sunday of every month – from 17h00 to 20h30

HOW DOES IT WORK?
– Bring your old clothes, shoes and accessories OR books (max. 10 pieces/books);
– Leave your items in the Check-In and receive the number of tickets accordingly;
– Exchange your tickets for used pieces of clothing or books.

NOTES
– The pieces of clothing should be clean and in good condition;
– Books given in magazines and newspapers, old technological books, old collections, or written, torn or folded books won’t be accepted.
– In case there are surpluses NOTHING will be thrown away. All the items will be kept for the next exchange market or delivered to local solidarity institutions;
– We accept donations to allow the payment of travel, logistics and organization.

Concerto Online: FAD’ NU

FAD’NU é cumplicidade intimista, diálogo entre a cantora e o guitarrista, personagens fulcrais e identificadoras do FADO. Com evidentes ligações à tradição, é uma opção livre de dogmas e aberta aos novos caminhos da globalização artística.
Não perca na sexta-feira dia 19 no canal YouTube e na página de Facebook da República 14.

É tempo de ser solidário e ajudar aqueles que com o seu trabalho e dedicação alimentam a Alma colectiva. Dar e receber, já lá dizia o Variações. Contribua com o que puder, não tenha vergonha porque um euro a cada um faz a diferença!

DONATIVO DIRECTO PARA OS ARTISTAS:
NIB: 0035 0199 0069 8590 9003 9
MBWAY: +351 961 271 541
paypal.me/catiaalhandra

Concerto Online: Paulinho Lêmos e Natália Boechat

É o quinto concerto do ciclo PORTA ENTREABERTA NA REPÚBLICA.

Paulinho Lêmos, que muitos conhecem dos concertos de Forró na República, apresenta-se aqui com a Natália Boechat interpretando temas do Brasil e de Portugal, com a vibração e a alegria da música brasileira. Não perca porque vai ser um belo momento que levanta o espírito. Como habitualmente o concerto estreia na sexta às 21:30 e pode ser visto através do nosso canal do YouTube e da nossa página do Facebook.

Quem quiser vir até à República 14 assistir ao concerto “ao vivo” numa tela que montámos na esplanada, pode fazê-lo ao mesmo tempo que relaxa, bebe um copo e petisca!

Estes concertos online contam com a solidariedade do público. É tempo de ser solidário e ajudar aqueles que com o seu trabalho e dedicação alimentam a Alma colectiva. Dar e receber, já lá dizia o Variações.
Contribua com o que puder. Um euro faz a diferença!

DONATIVOS:
PT50 0045 7012 4004 8265 1891 8
MBWay: 961616991

Concerto Online: Miguel Martins

Donativos – MBWAY 965457378 NIB: PT50 0035 0205 0000 2798 0005 0 É tempo de ser solidário e ajudar aqueles que, com o seu trabalho e dedicação, alimentam a Alma colectiva. Dar e receber, mais do que nunca é o mote, já lá dizia o Variações. Contribua com o que puder. Um euro faz a diferença

Concerto Online: Teresa Viola

Donativos – MBWAY – 917218219 IBAN – PT50 0033 0000 0008 9357 7590 5 https://www.paypal.me/Correia243 É tempo de ser solidário e ajudar aqueles que com a sua arte e dedicação alimentam a Alma colectiva. Dar e receber, mais do que nunca, é o mote já lá dizia o Variações. Contribua com o que puder. Um euro faz a diferença. Teresa Viola é uma fadista muito conhecida e querida do público Algarvio, provavelmente a fadista mais completa da sua geração.

Concerto Online: Esfinge

Donativos – MBWAY 914541885 NIB: PT50 0045 6044 4023 1307 0435 9 (Maria Jones) Pagamento Multibanco – Entidade 20804 Referência: 902 909 674 É tempo de ser solidário e ajudar aqueles que com o seu trabalho e dedicação alimentam a Alma colectiva. Dar e receber, mais do que nunca, é o mote já lá dizia o Variações. Contribua com o que puder. Um euro faz a diferença. Esfinge é um projecto original, enraizado no universo da música portuguesa, que alia o gosto pelas Mitologias Clássicas com a estética da canção portuguesa e a sua base mediterrânea, ao mesmo tempo que herda do fado e da música tradicional os principais traços da sua sonoridade. Maria Jones na voz, Luís Caracinha na guitarra, Bárbara Santos no violoncelo, Gabriel Costa no baixo e Ruben Salamanca nas percussões.

Concerto Online: Al Guitar

DONATIVOS para as contas dos artistas: MBWAY: 964988010 IBAN: PT50 0033 0000 0001 5949 0310 8 (Luís Fialho) PAYPAL: https://www.paypal.me/adnr87 Este é o tempo de ser solidário com quem dedica a vida à sua arte, e assim alimenta a alma colectiva. Contribua com o que puder. Um euro faz a diferença. Luís Fialho e André Ramos são os integrantes deste projecto Al Guitar Duo. A influência é a da música latina, com muito ritmo e diálogo entre as guitarras. O Repertório baseia-se em clássicos de outras formações semelhantes, música portuguesa e música original.

Family Constellations

You can work on your own issue and get a constellation in the group. Or you can come and join as a representative.
Please register and get more info for your family genogram.

Constellation work helps to step out of limiting patterns you took over from your family system and to free yourself in what you truely are.
– Find ease and solve patterns of repeating conflicts in partnership, family or at work
– Release Family Trauma that holds you back
– Stop limiting yourself from success and money
– See what it needs to choose the life you really want
– Start to love yourself and step out of expectation and projection on and of your family
– Release blockages concerning unfulfilled wish for a baby
– How to find openness for partnership that contributes
– Find clarity about your purpose in life
– Open for new possibilities for your business/work with joy

Inscription and more information: brenner@brenner.de

Costs: (all inkl. VAT)
Members:
85€ with own constellation
35€ for observer

Non Members:
90 € with own constellation
40 € for observer

Río Abierto

Workshop de Movimento Vital Expressivo, Sistema Río Abierto
com Linne Melinkat
Dia 28 de Março 2020
16:00- 18:30h
Acompanhado de música, ritmo, melodia e conexão no grupo, a intenção deste workshop é despertar a vitalidade do corpo em suas diversas formas: a força, a alegria, a afectividade, os encontros, o movimento lúdico, a entrega e a intuição.

Iremos investigar formas de aceder à nossa sabedoria corporal integrada e explorar a forma como interagimos com os outros.

Através do movimento expressivo vital guiado e livre, da respiração, do uso da voz, do toque consciente e da dinâmica individual e de grupo, experimentaremos novas formas de expressão e interacção, com o objectivo de pôr em prática o nosso potencial.

O workshop está aberto a todos que estejam interessados em novas formas de auto-conhecimento e expressão psico-corporal.

Não são necessários conhecimentos prévios.

O Sistema Río Abierto é um sistema de práticas psicocorporais, criado pela Psicóloga Maria Adela Palcos (Argentina, 1966) que reúne técnicas específicas para integrar os planos físicos, energéticos, afectivos, mentais e espirituais, tendo como porta de entrada o corpo.

Preço:
sócios 20 €; não sócios 25 €
A inscrição prévia é necessária.
Inscrições e informações: rioabierto@re-criativarepublica14.pt
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Linne Melinkat é facilitadora e terapeuta de técnicas psico-corporais do Sistema Río Abierto desde 2014 e de Shiatsu desde 2010. Formada no Sistema Rio Abierto no Uruguai com a terapeuta, bailarina e coreógrafa Graciela Figueroa e sua equipa, tem facilitado cursos e oficinas de movimento expressivo e desenvolvimento pessoal em Portugal, Alemanha e Itália. Dedica-se ao acompanhamento terapêutico individual e de grupo.

A Jigsaw

2020 marca o regresso dos A JIGSAW à edição, com o seu 5º álbum de estúdio editado através da Lux Records.
Foi há 20 anos que a banda começou a fazer canções. Inspirados pela música popular norte-americana, João Rui e Jorri, os dois fundadores, foram apurando a alquimia que os tornou populares em Portugal e além-fronteiras, motivando elogios da imprensa internacional. Com vasta discografia editada, os espectáculos ao vivo são marcados pela forma como os músicos multi-instrumentistas ajudam a tornar real o imaginário dessas raízes musicais e literárias.

“Perfect Lies”, aborda o processo de construção da mentira. É o sucessor de “No True Magic”, e coloca um fim a um jejum de quase 6 anos de edição em nome próprio, tempo esse que o núcleo central dos a Jigsaw aproveitou para solidificar a sua ligação umbilical à agência e ao estúdio Blue House tendo, nos últimos anos, sido casa para a gravação, mistura, masterização e produção de variados projectos. “Perfect Lies” é também o primeiro disco, onde todo o processo de gravação, mistura e produção ficou a cargo da própria banda, e todo feito em casa, em Coimbra, na Blue House.

2020 será também um ano de celebrações, e ao longo do ano haverão várias novidades, com vista a revisitar a história dos 20 anos de formação da banda, e reeditar discos em formatos diferentes, como será o caso de uma edição especial do “Like The Wolf” em vinil, com textos e ilustrações de vários convidados, ou editar alguns inéditos que a banda foi deixando na gaveta.

Zé Manuel Martins

Semba, Massemba, Kilapanga, Kazucuta e Lamento são tudo ritmos de Angola que Zé Manel Martins (Voz/Violão) e o seu convidado o baterista Marcelo Araújo intrepretarão num concerto onde o diálogo e improviso rítmico estarão bem presentes. O repertório passará por composições de sua autoria mas também por temas tradicionais Angolanos inspirados nos ritmos de Angola.

Forró do Sabiá

Forró é uma festa brasileira onde são tocados vários ritmos diferentes como o xote, baião, côco, xaxado, rasta-pé, entre outros. Música de qualidade, com improvisos e arranjos interessantes, uma música muito acessível desde o ponto de vista popular. A “festa” não é só música… é baile também. Venha!
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Forró do Sabiá
Paulinho Lêmos – voz e violão
Natália Boechat – voz, pandeiro e triângulo
Sávio Marinho – zabumba
Rico Lima – voz e triângulo

Al Guitar Duo

Al Guitar Duo é um novo projecto musical algarvio que dá agora os primeiros passos. Um dueto de guitarras acústicas que aborda variados temas com interpretações próprias.
Constituído pelos veteranos guitarristas Luís Fialho e André Ramos, o duo toca temas desde os clássicos de jazz até a temas actuais, onde o ritmo latino é predominante.

FAD’Nu

Fad` Nu – cumplicidade intimista, diálogo cénico e musical entre a cantora e o guitarrista, personagens fulcrais e identificadoras do FADO. Com evidentes ligações à tradição, é uma opção livre de dogmas e aberta aos novos caminhos da globalização artística.

Poesia com sumo, música com garra e palco com alma, ingredientes que apresenta o fado com uma roupagem diferente mas que também traz ao fado coisas que nunca lá estiveram.
É neste sentido que se abrem portas aos grandes poetas e trovadores da língua portuguesa, alargando e descobrindo novos repertórios e estabelecendo pontes e afinidades entre diferentes géneros e raízes culturais.

Fad Nu não tem credos nem fronteiras.Tal como a música e a poesia encontra a sua verdade e a sua essência na descoberta de um caminho aberto, que se reinventa a cada novo passo.
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Fad` Nu – intimate complicity, scenic and musical dialogue between singer and guitarist, the key characters of FADO. With obvious links to the tradition, Fad’Nu is a dogma-free option, opened to the new paths of the artistic globalization.

Deep poetry, strong music and a soulful scene/stage, are the ingredients that present fado with a different outfit but also bring to it things that have never been there.
In this sense Fad’Nu is an open door to the great poets and troubadours of the Portuguese language, widening and discovering new repertoires and establishing bridges between different genres and cultural roots.

Fad’Nu has no creeds or boundaries and like music and poetry, it finds its essence in discovering an open path that reinvents itself at every new step.

Cátia Alhandra – Voz
José Alegre – Guitarra Portuguesa

Convidados:
Tiago Rêgo – Percussão Mediterrânica
Paulo Matos da Silva (strak) – Contrabaixo

Kinga Subicka

Kinga Subicka, um olhar atento e um sorriso amigável, encontrou na pintura uma maneira de se expressar. Com um currículo voltado para as artes, deixou seu país de origem em 2005a caminho da Bélgica. Morou na Grã-Bretanha e no Brasil mas foi em Tavira, no Algarve, que encontrou seu segundo lar. Ela mora aqui há oito anos. Mãe de dois filhos e gatos (como ela menciona), Kinga Subicka encontrou no ensino uma maneira de mudar o mundo, passando para seus alunos os valores do mundo da arte e da pintura.
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Kinga Subicka, an attentive eye and a friendly smile, found in painting a way of expressing herself. With an arts-oriented curriculum, she left her home country in 2005 on the way to Belgium. She lived in Britain and Brazil, but it was in Tavira, Algarve, that she found her second home. She has been living here for eight years. Mother of two children and cats (as she mentions), Kinga Subicka found in teaching a way of changing the world, by passing to their students the values of the art and painting world.

Workshop de Gravura

29 de Fevereiro das 10:00 às 17:00.
Workshop de 6 horas práticas onde se exploram algumas técnicas de iniciação à gravura de execução simples e que podem ser facilmente reproduzidas em casa, sem necessidade de recorrer à prensa ou a matrizes de chapa metálica… um momento único de experimentação e criatividade… a não perder!
Inscrições limitadas a um mínimo de 5 e máximo de 10 participantes.
Preço: 60 euros para sócios; 65 euros não sócios. Com materiais incluídos.
Inscrições através do email: gravura@re-criativarepublica14.pt

Workshop with 6 hours of practice, that explores some simple techniques that can be easily reproduced at home without the need for a press or sheet metal plates… a unique moment of experimentation and creativity… not to be missed!

Inscriptions are limited to a minimum of 5 and a maximum of 10 participants.
Price: 60 euros for members, 65 for non members. With materials.
Inscriptions through the email: gravura@re-criativarepublica14.pt

Tributo à Morna

A Morna foi reconhecida como Património Imaterial da Humanidade. Com o Trio Mêd composto por Luís Firmino, Juary Limae Henrique Silva tendo como convidada a cantora Débora Paris, realiza-se no dia 29 de Fevereiro o primeiro de uma série de concertos que pretendem comemorar esse acontecimento e dar a conhecer este género musical.
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Morna was recognized as an Intangible Cultural Heritage of Humanity. With the Trio Mêd composed by Luís Firmino, Juary Lima and Henrique Silva with the singer Débora Paris as their special guest, the first of a series of concerts, that intend to commemorate this event and make this musical genre known to all, will take place on February 29th.

Workshop de Sofrologia

Inscrição e informações: equilibriovital@outlook.fr

A Sofrologia foi desenvolvida em 1960 pelo médico e pesquisador colombiano Lozano Alfonso Caycedo. É uma técnica médica que estimula, através da consciência, as forças responsáveis pela harmonia biológica dos seres humanos. Sofrologia significa: estudo da consciência humana.
Preço para sócios -10€
Preço para não sócios – 13€

Gilmara Castiço – Sofrologista, psicoterapeuta. Mestre especialista em sofologia Caycidiana, treinada pela Academia Internacional de Sofrologia de Andorra.

Aqueles Dias Tristes

Uma peça que retrata o Portugal em finais da década de quarenta, na aldeia do Sol Postinho, ainda o poeta Aleixo deambulava pelas feiras declamando aqui e ali as suas quadras. Na aldeia do Sol Postinho residia uma família cujos problemas de vida eram semelhantes a tantos portugueses espalhados do Algarve ao Minho. Rosa Maria com mais três irmãos pretende obter o diploma da 4ª classe para poder ajudar a sua pobre mãe analfabeta que trabalha de sol a sol para ganhar uns míseros escudos. Rosa Maria consegue obter o diploma da 4ª classe o que a leva até Lisboa como serviçal de uma família abastada. Mas ali, estava destinada a que os seus dias passassem a ser ainda mais amargos. Durante o desenrolar da história, a prostituição obrigada, a guerra colonial, a prisão do Tarrafal, a censura e um sem número de situações que levaram milhões de portugueses a deixar a sua pátria a troco de sacrifícios inimagináveis, levam a que cada um de nós lhe venha à memória algo escutado muitas vezes a vários familiares que passaram por Aqueles…tristes dias. Mas quem sabe… se à aldeia do Sol Postinho outros poentes e amanheceres não virão a ser de alegria…

Forró do Xerém

Mais uma actuação do Forró do Xerém, mais uma noite de grande festa com a música de Paulinho Lemos e “sus muchachos”:
Natália Boechat – voz, triângulo e pandeiro
Leonardo Tomich (Léo) – zabumba
Rico Lima – voz, pandeiro e triângulo
Dinga – baixo
Paulinho Lêmos – voz e violão

A não perder mais um concerto dançável
Entrada para o Forró = 5 € para sócios.

Workshop de Butoh

Movement of Becoming
Workshop based on Butoh
By Yuko Kominami

O workshop é sobre o processo de transformação, de se tornar outro. Está baseado na prática de Butoh e na pesquisa pessoal do coreógrafo. O movimento de se transformar aqui significa o movimento para se dissolver noutra coisa – um processo de metamorfose, de transformação. O workshop está aberto a todos (artistas profissionais e amadores) que estão interessados no assunto.
Butoh é uma dança que tem suas raízes no novo movimento de dança do final dos anos 1950 no Japão.

Preços:
Fim de semana – não sócios 38 €; sócios 35 €
Um dia – não sócios 22 €; sócios 18 €

Inscrições e informações: oficina@re-criativarepublica14.pt

This workshop is about movement of becoming based on Butoh practice and the choreographers’ personal research. Movement of becoming here means the movement towards dissolving into
something else – a process of metamorphosing. One of the characteristic of the practice can be said that it deals with metamorphosis – becoming something else.
The workshop is open to everyone (professional performers and amateurs) who is interested in the subject.

Butoh is a dance which has its roots in the new dance movement of the late 1950s in Japan.

Prices:
Weekend: non members 38 €; members 35 €
One day: non members 22 €; members 18 €

Inscriptions and informations: oficina@re-criativarepublica14.pt
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Yuko Kominami
http://www.yukokominami.com/
https://vimeo.com/user19829599

Nascida em 1973, no Japão, estudou Butoh e dança em Tóquio. Depois de terminar seu bacharelado em história do Japão na Universidade de Waseda, estudou no Laban Centre London de 1998 a 2000. Obteve o Mestrado em Culturas, Histórias e Práticas da Dança pela Universidade de Surrey, com distinção em 2006. Já se apresentou em festivais de destaque como o Festival June Events – Ateliê de Paris Carolyn Carlson, Festival Internacional de Teatru de la Sibiu, Odisha Bienal, Venice International Film Festival, World Expo, Xangai, Bodyradical, Les Repérages Danse à Lille e assim por diante. Trabalhou e actuou em vários países do mundo – em toda a Europa, Japão, China, Índia e Peru.

Born in 1973, Japan. She studied Butoh and dance in Tokyo. After finishing her BA in Japanese history at Waseda University, she studied at Laban Centre London from 1998 to 2000. She obtained
her MA in Dance Cultures, Histories and Practices from the University of Surrey with distinction in 2006. She has performed in prominent festivals such as Festival June Events – Atelier de Paris Carolyn Carlson, Festivalul International de Teatru de la Sibiu, Odisha Biennale, Venice International Film Festival, World Expo, Shanghai, Bodyradical, Les Repérages Danse à Lille and so on. She has worked and performed in countries around the world – all over Europe, Japan, China, India and Peru.

Noites Cabo-Verdianas

Natural do Mindelo, Luís Firmino é um jovem que conhece muito bem a tradição musical do seu Cabo Verde natal. Nas sextas-feiras de 5 e 26 de Julho Luís vai interpretar no cavaquinho e no violão a música tradicional do seu país e aquecer as noites da República 14. Com ele estarão convidados surpresa que o acompanharão nas noites cabo-verdianas.

Paulinho Lêmos JoãoGilberteando

Neste concerto de homenagem a João Gilberto, Paulinho Lemos vai percorrer o repertório do guitarrista e cantor João Gilberto, propulsor da Bossa Nova e uma influência maior nas carreiras de muitos criadores da música brasileira.

Não há dúvida de que a Bossa Nova foi o movimento musical mais importante do Brasil do século XX. Oficialmente começou em 1958 quando o LP de 78 rpm do cantor João Gilberto (que incluía as músicas Chega de Saudade de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e Bim Bom do próprio cantor …) chegou às lojas de música.
Esses três criadores da Nova Bossa liderados por João Gilberto, estabelecem suas raízes revelando a densidade musical do compositor António Carlos Jobim e a clareza da poesia de Vinicius de Moraes. A música mais importante desse movimento foi Garota de Ipanema de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, gravada em 1963 nos Estados Unidos por João Gilberto, Astrud Gilberto, o saxofonista do Jazz Stan Getz e Tom Jobim.

Forró do Xerém

O Forró do Xerém já se tornou um evento popular. Depois do bem sucedido baile/concerto em Maio na República 14 e a pedido de várias famílias o Forró vai estar de volta a Olhão no dia 24 de Agosto para mais uma noite de diversão, dança e boa música.

LOKOMOTIV

Lokomotiv são Carlos Barretto, Mário Delgado, José Salgueiro. No dia 16 de Agosto às 21:30 vão apresentar-se em concerto na República 14. No repertório estarão temas do seu recente CD Gnosis, lançado em 2018, ano em que o trio celebrou 20 anos.

Cool Manouche

Cool Manouche é um quarteto de Jazz Manouche ou Gypsy Jazz, inspirados nos clássicos interpretados e criados por nomes como Django Reinhardt, Stochelo Rosenberg ou Tchavolo Schmitt.

É composto por:
Luís Fialho – guitarrista e compositor, fez os seus estudos musicais em contrabaixo na Academia Amadores de Música de Lisboa dedicando-se posteriormente à guitarra. Nos últimos anos estudou harmonia de jazz com o professor Zé Eduardo. Fez parte dos “Opinião Pública” nos anos 80, dos “Entre Aspas” nos anos 90 e mais recentemente nos “Amar Guitarra” tendo sempre um papel de relevo na composição dos temas originais.

Ray Bartlett – um músico inglês de grande experiência e especializado no estilo de Django Reinhardt e do Gypsy Jazz. Além de tocar regularmente em clubes de jazz e festivais no Reino Unido e Irlanda, também actuou na capital deste estilo musical, Paris. Liderou os seus próprios projectos e tem colaborado, estudado e tocado com músicos de topo de todo o mundo.

Rick (Richard) Steffens – contrabaixista americano de jazz é um músico diversificado com mais de 40 anos de experiência como sideman, trabalhando em estúdios e líder da Mirage Big Band Orchestra. Também foi um membro fundador do Gypsy Swing Cats de San Diego.
Ao longo dos anos, Rick actuou com os notáveis do jazz como Herbie Hancock, John Handy, Milt Jackson, Richie Cole, Andy Narell e Ernestine Anderson. Também tocou em orquestras com muitas celebridades e comediantes famosos do mundo, como Bob Hope, Red Skelton, Danny Thomas, Joan Rivers, Smothers Brothers, Mel Carter, Pete Barbutti, Rich Little e Joe Piscopo.

Betty M. – violinista e cantora residente no Algarve, estudou violino clássico em Portugal e posteriormente em Itália, onde residiu vários anos e onde começa a interessar-se pelo Jazz. Mais tarde regressa a Portugal e começa estudar Jazz com David Gausden, Zé Eduardo e licencia-se em Violino Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborado com vários músicos da região e do país entre os quais Zé Eduardo, David Gausden, Tuniko Goulart, Desidério Lázaro, Gonçalo Neto entre outros, e participado em vários eventos e Festivais de Jazz e World Music com diferentes formações. Descobre no Gypsy Jazz a sua verdadeira voz dedicando-se atualmente exclusivamente a este estilo.

O Sul de José Afonso

“O Sul de José Afonso” insere-se no âmbito dos 30 anos do seu falecimento que se assinalaram a 23 de Fevereiro de 2017 e pretende valorizar a forte ligação de José Afonso ao Algarve (re)construindo toda uma geografia afectiva, simbólica e musical do percurso de José Afonso na região, dando a conhecer aspectos menos conhecidos e curiosos dessa ligação que tanto influenciou a sua vida e obra.
O concerto evoca o seu ofício de professor, primeiro em Lagos e depois em Faro e os vários episódios, entre curiosos, caricatos e difíceis, que viveu nas escolas por onde passou, desde os métodos que utilizava até à impressão/influência que deixou nos seus alunos.
Os seus locais de tertúlia, encontro e convívio, e de inspiração musical, nas cidades de Lagos (Meia Praia, entre outros), Faro (Café Aliança, por exemplo) e Olhão (Escandinávia Bar, na Fuzeta) são outro tópico incontornável desta viagem.
Memórias dos concertos clandestinos que realizou no Algarve, as histórias que se contavam a seu respeito, as músicas e letras que produziu sobre ou inspiradas na região, como os “Índios da Meia Praia”, “Escandinávia Bar – Fuzeta”, “Ó Vila de Olhão”, “Pastor de Bensafrim”, entre outras. Recorde-se que entre 1962 e 1968 Zeca Afonso cria as suas primeiras músicas de intervenção, encetando um período de grande inspiração e fertilidade artísticas.

Este espectáculo junta, pela primeira vez em palco, duas vozes singulares e maiores: o compositor e cantor João Afonso (sobrinho do cantautor também ele com raízes algarvias e o professor de música e intérprete Luís Galrito, reconhecido divulgador da obra de Zeca no Algarve e não só. Esta dupla propõe-se reinventar, pelo
repertório e arranjos, a obra do genial compositor e intérprete. São acompanhados por dois músicos: Rogério Pires na guitarra clássica e Paulo Pires no acordeão, bem como por Sónia Pereira, que irá declamar vários poemas e contar algumas histórias pouco conhecidas sobre José Afonso no Algarve.
O formato completa-se com a projecção de imagem, a cargo de João Espada, que deambula, de forma poética e simbólica (e em diálogo com a componente musical), pelos lugares, gentes e paisagens algarvias actuais e de outros tempos ligados à vivência de José Afonso ao sul.

Ficha técnica:
João Afonso – voz e guitarra
Luís Galrito – voz e guitarra
Rogério Pires – guitarra e coros
Paulo Machado – acordeão
João Espada – VJ (visual arts)
Sónia Pereira – declamação

Kraut Jazz Trio – Psychadelic Jazz – Concerto

KRAUTJAZZ TRIO

Bons velhos amigos reencontram-se e fazem o que mais gostam:
tocam as suas próprias músicas originais, com muita improvisação.

Jazz psicadélico! Música livre que até dá para dançar!
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Good old friends meet again and do what they like the most:
playing and jamming our own original songs based on a lot of improvisation.

Psychadelic Jazz! Free music you can even dance to!
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Michel Mounier – drums
Martin Lücke – keyboards
Johan Zilverzurf – guitar and bass

Workshop de Teatro e Movimento

Theatre and Movement WORKSHOP de Teatro e Movimento

5, 6 e 7 de julho de 10h a 15h
5, 6 and 7 of July from 10h till 15h

Preços/Prices
65 euros para sócios / members
75 euros para não sócios / non members
55 euros para estudantes e desempregados / students and unemployed

Inscrições e mais informação para: oficina@re-criativarepublica14.pt

Durante este oficina intensiva descobrimos como podemos utilizar a nossa força pessoal, assim como a nossa vulnerabilidade para criar uma performance inspiradora.
Através da palavra, o silêncio, o movimento e a quietude entramos em interacção com nós próprios, com os outros e o com o espaço. Usando nossa autenticidade, transformamo-nos em personagens concretos assim como em formas mais abstractas. Através de improvisações descobrimos o poder do individual bem como o do grupo. Jogo, diversão e desafio são as palavras-chave deste oficina. Qualquer um, com ou sem experiência é bem vindo ao Teatro em Movimento. A oficina será em Português e/ou em Inglês, dependendo das necessidades do grupo.
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In this intensive three days workshop we discover how we can use our personal strengths as well as our vulnerability to create inspiring performances.
Through words, silence, movement and stillness we go in interaction with ourselves, the others and the space. Using our authenticity, we will transform into concrete theatrical characters as well as more abstract forms. Through improvisations we discover the power of the individual as well as that of the group. Play, fun and challenge are the keywords of this workshop.
Everybody with and without experience in theatre or movement is welcome. The workshop will be given in Portuguese and/or English, depending on the needs of the group.

Bio

Elke Van Der Kelen (°1982, Bélgica) é uma encenadora de teatro e coreógrafa. Estudou na Academia de Teatro em Maastricht (Hollanda) e frequentou vários workshops intensivos de dança com os bailarinos de butoh Tadashi Endo, Yuko Kaseki, Iwana Masaki, a perita em improvisação Katie Duck e a viewpoint master Mary Overlie. Neste momento Elke vive e trabalha entre a Bélgica e Portugal. As suas criações jogam com a fronteira entre o teatro e a dança.

Elke Van Der Kelen (°1982, Belgium) is a theatre director and choreographer. She graduated from the theatre Academy of Maastricht (The Netherlands) as a theatre director/ teacher and followed many intensive dance workshops with, among others, butoh dancers Tadashi Endo, Yuko Kaseki, Iwana Masaki, improvisation expert Katie Duck and viewpoint master Mary Overlie. At the moment she lives and works between Belgium and Portugal. Elke creates performances that dwell on the border between theatre and dance.

Leon Baldesberger – “Odd Matters” (apresentação de novo CD) – Concerto

Odd Matters, editado pela Blue Asteroid, é o segundo álbum de composições originais do trompetista luso-helvético Leon Baldesberger. O nome tanto se refere ao sentido literal (o estranho importa), como é um jogo de palavras derivado de Odd Meters (compassos compostos), que por sua vez são o elemento rítmico estruturante destas composições. Aliado a um certo minimalismo, excertos cuidadosamente estruturados e orquestrados, nos quais predomina a combinação entre ritmos complexos e harmonias latas, andam de mãos dadas com a improvisação.
O projecto tem evoluído continuamente desde ter sido impulsionado como “Best of Swiss Bachelor 2012“, tendo passado por palcos reputados na Suíça, Alemanha, Portugal e Espanha.

Ciclo de Palestras sobre Arte Digital – 14, 21 e 28/05 e 4/06

Numa parceria entre o MuseuZer0 e a Associação Cultural Re-Criativa República 14 acolhemos um ciclo de palestras, apresentadas por quatro artistas relacionados com esta área
da arte contemporânea, a decorrer nos dias 14, 21 e 28 de Maio e 4 de Junho, às 18.30 horas e com entrada livre. Para este 1º Ciclo, convidámos nomes importantes e de visibilidade reconhecida, tanto a nível regional e nacional como internacional: Henrique Vieira Ribeiro, Miguel Neto, Rui António e Boris Debackere, para, na primeira pessoa, falarem da sua experiência enquanto artistas,
levando o espectador a perceber o lugar do digital, aplicado à arte contemporânea.
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In a partnership between MuseuZer0 and Associação Cultural Re-Criativa República 14, we host a series of lectures presented by four artists related to this area of contemporary art, to be held on May 14, 21 and 28 and June 4 at 6.30 pm with free admission. For this first cycle, we invited important names with recognized visibility, both at a regional and national level as well as internationally: Henrique Vieira Ribeiro, Miguel Neto, Rui António and Boris Debackere, to talk about in the first person about their experience as artists, showing the viewers the place of the digital, applied to contemporary art.

Galopim – Concerto

Em inícios de 2017, João Tiago Neto, mentor de bandas como os Melomeno –Ritmica e os Nome, grupos que se evidenciaram no panorama musical Algarvio, decide criar um novo projeto de sua autoria de nome GALOPIM (Môço de recados).
Com um EP de 4 temas lançado no ano de estreia e gravado no estúdio Mentecapta Produções Áudio com a produção de Francisco Aragão, o GALOPIM conta com várias participações em festivas tais como Choque Frontal, 24h Figuras, Festival F, Encontros ao Largo e B Cultural. Entre alguns showcases em Fóruns FNAC, destaca-se a actuação de Sevilha local onde foi o projecto convidado para a apresentação oficial do Festival F.
O GALOPIM é escrito em português com letras que nos levam a histórias já vividas, passando pelo quotidiano e não esquecendo o amor em todo o seu esplendor. Com um estilo musical que passa do pop-eletrónico ao low-fi experimental, o “moço de recados” avança para uma nova etapa. Tem a companhia do músico, também ele algarvio, André de Oliveira nas guitarras e sintetizadores, entre outros convidados.

Reinvenção do Eu na Ficção – oficina c/ Miguel Clara Vasconcelos

A Reinvenção do Eu na Ficção – oficina internacional de argumento de cinema.

MAIO, 24 e 25, Sexta e Sábado 10h – 18h (14 horas)
OLHÃO, Associação Cultural Re-Criativa República 14 *
95€ por participante (80 €, até aos 25 anos, sócios *)
Mínimo 5 participantes, máximo 12.
INSCRIÇÕES: oficina@re-criativarepublica14.pT

Durante dois dias intensivos, Miguel Clara Vasconcelos convida os participantes a apresentarem as suas ideias, sinopses ou guiões de curta-metragem. Através da discussão em grupo focada em cada projecto, iremos explorar as soluções mais criativas, permitindo a cada autor superar obstáculos de escrita, de realização e de produção. Esta oficina destina-se a argumentistas e realizadores emergentes ou já estabelecidos, a estudantes de cinema e de artes, a cinéfilos interessados em debater o processo criativo. O debate será desenvolvido em português ou em inglês consoante a natureza de cada projecto e a facilidade de comunicação dos participantes.

Miguel Clara Vasconcelos – biografia
Cineasta e escritor, nasceu em Lisboa (1971). Mestrado em Estudos Cinematográficos, Sorbonne Nouvelle, Paris, 2012. Estudou Línguas e Literaturas Clássicas e Portuguesa nas Faculdades de Letras da Universidade de Lisboa e Universidade de Coimbra, 1996 –2000. Pós-graduação em Arte e Novas Tecnologias, Universidad Europea de Madrid, 2003. Participa no curso para realizadores/escritores profissionais AdaptLab, integrado no Torino Film Lab (MEDIA/EU). Participa no curso Directing Theatre, Live Art and Installation, com a companhia Third Angel (Reino Unido), Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística, Lisboa, 2004. Participa no curso de Pesquisa e Criação
Coreográfica, Fórum Dança, Lisboa, 2002. Bolseiro “Jovens Criadores” do Centro Nacional de Cultura, desenvolve estudos em Performance, Cenografia e Instalação, Facultad de Bellas Artes, Universidad Politécnica de Valencia (Espanha), 2001 – 02. Escreveu e realizou os filmes “Circo do Amor” (Prémio Sub-Ti, Turim, 2018), “Encontro Silencioso” (Melhor Longa-metragem portuguesa, Indielisboa, 2017) e “Triângulo Dourado” (Melhor Curta-metragem portuguesa, Curtas de Vila do Conde, 2014). No campo da escrita de argumento, “Às Vezes Não Sou Eu Quem Fala por Mim”, argumento de longa-metragem é premiado com o 3o lugar de Guiões – Festival do Roteiro de Língua Portuguesa, Lisboa, 2018. “Le cirque de l’amour”, argumento de curta-metragem, recebe o
prémio Beaumarchais-SACD, Festival Internacional de Cinema Travelling, Rennes (França), 2014.

Family Constellation Work – Workshop with Andrea Brenner

Inscrições para 918 254 807.
11 de Maio – 10h30-12h00 – Crianças (6-10 anos) acompanhadas pelas mães, pais ou outros familiares.
Limite de participantes por workshop 4-8 crianças e acompanhante(s).
Mãe/Pai + Criança – 5 euros (sócio) ou 7,5 euros (não sócio)
Mãe e Pai + Criança – 7,5 euros (sócio) ou 10 euros (não sócio)

Mindfulness, ou Atenção Plena, significa “consciência plena cultivada ao prestar atenção de forma intencional, sem julgamento, ao momento presente” (Jon Kabat-Zin). Nos últimos 40 anos, o
Mindfulness tem vindo a ser aplicado a diferentes públicos, contextos e faixas etárias. Apesar de mais recentes, os estudos científicos realizados com crianças e jovens têm mostrado benefícios da prática de Mindfulness em:
– Melhorar a capacidade de atenção e concentração,
– Gerir as emoções,
– Facilitar a aprendizagem,
– Melhorar as competências de comunicação e interacção social,
– Melhorar as competências de resolução de problemas.

Este workshop pretende proporcionar a experimentação de alguns exercícios e esclarecer os pais acerca dos objectivos, conteúdos e benefícios de um Programa de Mindfulness para Crianças. Segundo a sua autora (Saltzman, 2014), o Mindfulness ensinado às crianças consiste em desenvolver a capacidade de “prestar atenção ao aqui e agora, com bondade e curiosidade, aprendendo a escolher o comportamento” e a sua prática aumenta a capacidade das crianças para escolher o seu comportamento (a forma como lidam com o que sentem e/ou pensam) em vez de reagir, aumentando a atenção ao momento presente e a capacidade para lidar com o stress e emoções difíceis.

Carla Fernandes
Psicóloga clínica e facilitadora do Programa de Mindfulness para Crianças – “O Teu Lugar Tranquilo”

Chibanga Groove – “Jazz Crioulo”

Johannes Krieger – trompete
Dan Hewson- piano
J. Braima Galissa- kora
Francesco Valente- contrabaixo
João Rijo- bateria

Este grupo de Jazz formou-se em 2008 em Lisboa e reúne músicos que partilham uma cumplicidade musical estabelecida nos Tora Tora Big Band. Desde 2013 a banda conta com a participação do korista guineense José Braima Galissa como convidado especial.
O grupo identifica o Jazz como uma música alegre, com ritmos fortes, progressivos, muita improvisação e mistura de variados estilos… noutras palavras: o jazz como uma música crioula e mestiça, adaptando diversas formas de diversos mundos musicais e recompondo-os na estrutura do jazz.
Todas as composições são da autoria dos membros do grupo e combinam o Jazz tradicional e contemporâneo com a música africana. O resultado é um jazz multicultural com muitas influências diferentes.

Bella A Capella e Choeur d’Hommes de Brignac

“Bella A Capella” é um coro misto sediado em Moncarapacho composto por mulheres e homens de várias nacionalidades. Cantam no estilo Barbershop close harmony e têm um repertório variado muito baseado no Cancioneiro Americano.
O ” Choeur d’Hommes de Brignac” é um grupo coral masculino originário de França (Brignac) com um repertório baseado pricipalmente no canto litúrgico ortodoxo e na música tradicional da Córsega e da Bretanha.

Estes dois grupos corais vão-se apresentar na República 14, na tarde do dia 19 de Maio (16:00 horas), num concerto repartido.

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“Bella A Capella” is a mixed choir based in Moncarapacho composed of women and men of diferent nationalities. They sing in the Barbershop close harmony style and have a varied repertoire very much based on the American song book.
The “Choeur d’Hommes de Brignac” is a male choral group from France (Brignac) with a varied repertoire based mostly on Orthodox liturgical singing and traditional music from Corsica and Brittany.

These two choral groups will perform in República 14, on the afternoon of May 19 (4 pm), in a shared concert.

Forró do Xerém – Do Forró ao Corridinho

Da união do acordeonista português João Frade com os 4 músicos
brasileiros “portugueses” Paulinho Lêmos, Adriano Alves, Leonardo
Tomich e Rico Lima, nasce o novo projeto temperado com amor,
alegria e simplicidade: FORRÓ DO XERÉM.
A palavra Xerém tem vários significados. Em Portugal é um “prato da culinária portuguesa com origens medievais, tradicional na cidade de Olhão (Algarve)”. No nordeste do Brasil, pode ser “dança de roda ao som da sanfona (acordeão)”, etc. A aproximação desses valores pretende ser uma frequente referência no som do grupo, como por exemplo, seguir pesquisando e desenvolvendo a ideia de juntar a cultura do Corridinho português com o Forró brasileiro, entre outras ideias que serão desenvolvidas também.
Tanto o Forró como o Corridinho são estilos que envolvem a dança e seguramente essa conexão abrirá caminho importante no
desenvolvimento estético-musical do quinteto.
Para além de serem amigos há muitos anos, terem trabalhado e
ainda trabalham em vários outros projetos, o FORRÓ DO XERÉM,
de momento, é a nova aposta dos integrantes do grupo.

O 1o álbum já está a caminho e, muito provavelmente, estará
acabado e disponível em 2019.

João Frade – acordeão
Paulinho Lêmos – voz e violão
Leonardo Tomich (Leo) – zabumba
Adriano Santos (Dinga) – baixo
Rico Lima – voz e triângulo

From the union of the Portuguese accordionist João Frade with the four Brazilian musicians Paulinho Lêmos, Adriano Alves, Leonardo Tomich and Rico Lima, the new project is born seasoned with love, joy and simplicity: FORRÓ DO XERÉM.
The word Xerém has several meanings. In Portugal it is a “dish of Portuguese cuisine with medieval origins, traditional in the city of Olhão (Algarve)”. In the northeast of Brazil, it can be “dance to the sound of the sanfona (accordion)”, etc. The approach of these values intends to be a frequent reference in the sound of the group: to continue researching and developing the union between the Portuguese
Corridinho culture and the Brazilian Forró, among other ideas that will be developed as well. Both Forró and Corridinho are styles that involve dance and surely this connection will open an important path in the aesthetic-musical development of the quintet.
Besides being friends for many years and having shared many projects in the past, as well as in the present, FORRÓ DO XERÉM, for the moment, is the new bet of the members of the group.

The first album is on the way and will most likely be finished and available this year.

João Frade – Accordion
Paulinho Lêmos – voice and guitar
Leonardo Tomich (Leo) – zabumba
Adriano Santos (Dinga) – bass
Rico Lima – voice and triangle

PantomimiC Art – Out of the Box

PantomimiC-Art é uma forma teatral dançada, improvisada, sem palavras e com suporte musical. São as expressões da rosto e
do corpo que se transformam numa linguagem de emoções. Todos os gestos, posturas, movimento do dedo ou revirar os olhos são exagerados, gerando uma forte intensidade da expressão. Através da improvisação o ator/praticante descobre sua originalidade.

OUT OF THE BOX – Neste espectáculo a “transformação” é representada simbolicamente por uma moldura. Pode ser uma caixa, uma passagem, uma porta ou uma saída. É um aliado e ou ao mesmo tempo um obstáculo. PantomimiC-Duo dança as suas metamorfoses crescentes e sai da sua caixa!

PantomimiC-Art is improvised dance theatre without words, swept along by the music. Facial expressions and the posture of the body are the language of the emotions. Each gesture, each pose, each
!ngerclick, each rolling of the eyes is exaggerated, and that produces the intensity. Improvisation opens the way to discover

OUT OF THE BOX – In this show a door frame becomes the symbol of change. The frame is a passage, a door, a box, an exit. The frame is complicity and yet also a hinderance. The PantomimiC-Duo dance their metamorphoses and climb out of the box!

Poesia 21 – Apresentação de CD de poesia dita

“Poesia 21” é uma selecção de 21 poetas portugueses e brasileiros contemporâneos para o século XXI da autoria do grupo de promoção e mediação interdisciplinares de leitura “Experiment’arte” fundado há 12 anos por Paulo Pires e Sónia Pereira – http://grupoexperimentarte.blogspot.com/

“Poesia 21” foi sonhado sobretudo como uma das prendas maiores que o grupo podia oferecer aos seus amigos, àqueles que dizem não gostar de Poesia e àqueles que são leitores compulsivos.

E porque a Poesia e a Vida são indissociáveis todas as grandes preocupações humanas são aqui exploradas, nomeadamente: Amor, Morte, Condição Humana, Poesia, Liberdade, (In)Justiça e A Arte de Ser Português.

Um Conto de Pernas Para o Ar pelo Grupo de Teatro Análise

O grupo Teatro Análise da Casa da Cultura de Loulé irá apresentar no dia 4 de Maio, pelas 16:30 a peça de teatro infantil “Um Conto de Pernas P’ró Ar” na Associação Cultural Re-Criativa República 14, em Olhão.

A Peça tem uma duração aproximada de 45 minutos e destina-se a crianças com mais de 3 anos de idade.

Sinopse:

Algodãozinho é uma menina que vive algures na Floresta das Estrelas Cadentes e que quase todas as noites recebe no seu velho casebre a visita de pequenas estrelas que se perdem no imenso universo e que ali vêm em busca de uma ajuda. É que Algodãozinho tem a arte única de consertar estrelas que caem nas suas loucas correrias espaciais.
Mas na Floresta das Estrelas Cadentes, acontecem todos os dias coisas inimagináveis tal como a visita do Soldadinho de Chumbo em busca de um amor que substitua o que sentia pela sua bailarina de papel, ou mesmo o célebre lobo da história da Avózinha do Capuchinho que entretanto virou um lobo bonzinho. Para lá de tudo isso a Rainha Plim Plom Plim sabendo das artes e da inteligência superior de Algodâozinho quer levá-la para o seu Palácio. Ali perto, na Torre da Má Hora, coisas muito estranhas estão acontecendo já que o Dragão Pescossão e o Dulingosilfério ( o ser mais estranho do Planeta ) abandonam a Torre por motivos que todos irão descobrir quando esta história estiver a decorrer perante os vossos olhos. Um mundo bem diferente do que nos rodeia mas tão natural nas histórias de encantar. Algodãozinho vai mostrar como o seu doce coração poderá pôr esta história de pernas para o ar!

Propori – Concerto

English below:

Os Proporí, banda originária do norte de Inglaterra, mais propriamente dos West Pennines – East Lancashire, definem-se a si mesmos como um colectivo de mágicos da composição encalhados nas frestas do tempo, uma tapeçaria de ritmo, rima e razão que reflecte e desvia do mundo irreal que habitam. Uma revelação das vozes interiores.
O seu som anda à volta de um estilo particular de guitarra folk contemporânea fundido com um toque latino / espanhol / oriental, com letras profundas e férteis que não escondem nada do ouvinte. Uma música incrivelmente bela e única das margens do norte da Inglaterra, projectada em torno de uma energia que não se vê mas que está inegavelmente presente.

Os Proporí participaram recentemente na colectânea “ORPHANS”, uma compilação de solidariedade destinada a angariar fundos para os Bombeiros Voluntários de Monchique, depois dos devastadores fogos do ano passado.

English version:

Proporí are an English band from the West Pennines, East Lancashire and define themselves as a collective of conjurers of composition, stranded in the cracks of time, a tapestry of rhythm, rhyme and reason, reflecting and deflecting from the unreal world they inhabit. A revealing of the masked inner voices – hidden from today’s Backwardian beast.
Their sound is a distinctive contemporary folk guitar style fused with a Latin/Spanish/Eastern touch with deep, burgeoning lyrics that hide nothing from the listener.
Stunningly beautiful and unique music from the shores of Northern England; the music of Propori is designed around an energy that is untouchable, yet undeniably present.

Proporí recently participated in the compilation “ORPHANS”. This compilation is a production to help Portuguese firefighters from Monchique raising money for the much-needed equipment to fight the massive forest fires they have to face every year.

Folar dos Figos – Oficina Gastronómica

O Folar de Figos é uma recriação do Folar de Olhão que recorre a esse riquíssimo produto regional que é o figo.

Para além do fabrico de um folar a oficina abrange os seguintes tópicos:
– características da doçaria popular;
– Processos químicos básicos da doçaria panificada;
– Demonstração e fabrico de um exemplar individual.

Inscrição obrigatória para 915612160
Sócios: 6€
Não sócios: 10€

Exposição Olhão Painters – A Sense of Place – 6 a 30 de Abril

Olhão Painters é um grupo de artistas internacionais, renovado, a que se juntaram novos membros – anteriormente este grupo era conhecido por Olhão Artists Initiative.
Com um site recente (https://www.olhaopainters.com/) onde cada um dos pintores é dado a conhecer, o grupo concentra-se agora na sua força: a pintura.

Os artistas do grupo, na sua maioria profissionais, residem na zona de Olhão e fazem regularmente exposições tanto em Portugal como no estrangeiro.

Com esta exposição colectiva, “A Sense of Place”, que irá ocupar todo o edifício da República 14, este grupo de pintores vai partilhar com o público toda a sua vitalidade e criatividade.

A exposição será inaugurada a 5 de Abril às 18:30 e estará patente ao público até dia 30 de Abril.

———————————————-
Olhão Painters (previously Olhao Artists Initiative) are a group of international artists who have reformed and rebranded! With the addition of several new members and a newly built website the group have decided to concentrate on their strength…….. painting.

The artists in the group are based around Olhão, and most of them are professional, exhibiting in Portugal and abroad, all members having a wide range of experience in the Arts.
https://www.olhaopainters.com/
With this collective exhibition “A Sense of Place”, which will occupy the whole building of República 14, the painters of Olhão will exhibit all their vitality and creativity. Inauguration on April 5 at 18:30. Exhibition wil last until April 30.

Azeiteiras – Biscoitos de Azeite – Workshop Gastronómico

Desta vez a Luísa vai partilhar connosco o seu conhecimento sobre a confecção dos populares biscoitos de azeite.

O azeite, presença basilar no quotidiano da região, assiste, resistente, ao aparecimento e desaparecimento de outros produtos, costumes e modas – sendo a base desta fornada de conversa e de biscoitos que cada um há-de enriquecer como lhe convier.

Nos Dedos e as Palavras – Apresentação de livro

Nos Dedos as Palavras, é um livro no feminino: poesia maioritariamente sensual, escrito na primeira pessoa.
Segundo extracto da nota poética de Fernando Cabrita é uma poesia “versátil e sempre original” apresentando “uma qualidade entranhante, dignificante”. “Versos curtos mas acutilantes, como que fragmentados, são o grito do prazer, o grito de dor (…)” segundo Álvaro Giesta.

A autora Ana P. de Madureira é algarvia, natural de Olhão. Professora de Artes Visuais no Ensino Secundário começou a escrever poesia desde muito cedo. Autora do livro de poesia, “Antes Ser Vento” participou no IV Encontro Hispano-Luso de Poesia: “Punta Umbria En La Poesia”, colaborou com a Associação de Jornalistas e Escritores do Algarve, na Revista Sizígia, da Canal Sonora, na Antologia Universal Lusófona, Rio dos Bons Sinais, no 7° Festival Internacional de Poesia e Arte Grito de Mulher tendo participado no IV Encontro Internacional Poesia a Sul, publicada no respectivo Caderno Poesia a Sul IV.

Workshop de Multimédia por Henrique Vieira Ribeiro

(English below)

O workshop, ocorrerá nos dias 22 de Março das 16h às 19h e dia 23 de Março das 10h30 às 13h e das 14h às 18h.

Será dinamizado pelo artista digital Henrique Vieira Ribeiro e é dirigido àqueles que tenham um conhecimento básico/ médio de informática e queiram ser introduzidos à arte digital, através da aprendizagem das técnicas de criação e edição de um projeto de vídeo.

Programa:
1. Introdução ao conceito de Arte Digital, exemplos práticos de trabalho autoral;
2. Escolha das sequências e planeamento dos passos seguintes(narrativa);
3. Primeiro contacto com o interface do software a utilizar;
4. Criação de protejo audiovisual, definição das preferências de configuração;
5. Importação de Media;
6. Criação de sequências e timelines (montagem);
7. Introdução às ferramentas de edição;
8. Ferramentas de transição;
9. Introdução de texto;
10. Renderização;
11. Adição e edição de faixas de áudio;
12. Render e exportação final.

Os participantes deverão trazer o seu próprio computador, no qual será solicitado que instalem previamente o software open source de edição de imagem, vídeo e áudio SHOTCUT, pois este será o seu instrumento de trabalho no projecto.

Mais informações e Formulário de inscrição em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_CLeDz8r9uYWrB_V7VmYyuCjHvS_8rjwpBXqX5j7ViTGoPg/viewform

Qualquer dúvida contacte: jcarmo@museu0.pt

The workshop, will occur on the 22nd of March from 4 pm to 7 pm and on the 23rd of March from 10:30 am to 1 pm and from 2 pm to 6 pm.
The workshop is directed by digital artist Henrique Vieira Ribeiro and is adressed to those who have a basic knowledge of computer science and want to be introduced to digital art through learning the techniques of creation and editing of a video project.

Program:
1. Introduction to the concept of Digital Art, practical examples of authorial work;
2. Choice of sequences and planning of the next steps (narrative);
3. First contact with the software interface to be used;
4. Creation of an audiovisual project, definition of configuration preferences;
5. Media Importation;
6. Creation of sequences and timelines (assembly);
7. Introduction to editing tools;
8. Transition tools;
9. Introduction of text;
10. Rendering;
11. Adding and editing audio tracks;
12. Render and final export.

Participants should bring their own computer, in which they will be asked to previously install the open source image, video and audio editing software SHOTCUT, as this will be their instrument of work in the project.

More informations and Inscription Form at:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_CLeDz8r9uYWrB_V7VmYyuCjHvS_8rjwpBXqX5j7ViTGoPg/viewform

Any doubt: jcarmo@museu0.pt

Ricardo Martins Trio

Ricardo J. Martins apresenta juntamente com Cláudio Sousa na Guitarra Clássica e Luís Trindade no baixo o novo disco de Guitarra Portuguesa instrumental “Cantos e Lamentos”.
Neste trabalho apresenta diversas vivências musicais que vão do Fado à música tradicional portuguesa e à música clássica. “Corre Corre Corridinho”, um dos temas do CD foi premiado como melhor música instrumental pelo International Portuguese Music Awards de 2018.
No seu percurso musical Ricardo apresentou a sua música em diferentes países como Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Sérvia, Ucrânia, Índia, Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos da América, Canadá, China e Cabo Verde e teve o privilégio de tocar com grandes nomes do nosso panorama musical como é o caso de Viviane (Entre Aspas), Marco Rodrigues, Filipa Cardoso, Ana Sofia Varela, Ilda Maria, Cremilda Medina, Ronda dos Quatro Caminhos e Pedro Jóia Trio.

Ricardo J. Martins presents with Claúdio Sousa in the Classical Guitar and Luís Trindade in the Bass his new album “Cantos e Lamentos”.
In this work Ricardo presents different musical experiences, that give a unique personal stamp ranging from Fado to traditional Portuguese music and to classical music. THe theme “Corre Corre Corridinho” was pried as best instrumental music by the International Portuguese Music Awards in 2018. Trough out his musical career he presented himself in different countries like Portugal, Spain, France, Belgium, Holland, Ukraine, India, Luxembourg, Serbia, England, Germany, United States of America, Canada, China and Cape Verde.
He had the privilege of playing with great names of our musical panorama as is the case of Viviane (Entre Aspas), Marco Rodrigues, Filipa Cardoso, Ana Sofia Varela, Ilda Maria, Cremilda Medina, Ronda dos Quatro Caminhos and Pedro Jóia Trio.

Zé Francisco & Johan Zilverzurf – 30 Anos de Música e Amizade

Zé Francisco – Guitarra aústica, bandolim e voz
Johan Zilverzurf – Guitarra electrica e acústica, voz
Pedro Calquinha – Teclados e voz
Pedro Parreira – baixo e voz
Vasco Fialho – bateria e voz

Zé Francisco e Johan Zachrisson conheceram-se no final dos anos 80 e desde então têm tocado e produzido trabalho juntos. No mês de março de 2019 celebram 30 anos de amizade e trabalho conjunto.
Zé Francisco, juntamente com Sérgio Mestre, Telmo Marroquino, Janaca, Tó Viegas e Viviane, entre outros, fez parte de um movimento de músicos do Algarve que mantiveram viva a música de intervenção portuguesa, assim como a música tradicional misturando-a com diferentes géneros e ritmos nomeadamente africanos e jazz. Zé Francisco formou o grupo Mare Nostrum no final dos anos 90.

Johan Zachrissom, nome artístico Zilverzurf, veio para Portugal no final dos anos 80 tendo deixado já no seu país de origem, Suécia, um estatuto de artista conceituado e gravou 9 albuns a solo. Em
1992 gravou o álbum “Ritmo de Estorninhos” tendo Zé Francisco colaborado em alguns dos temas. Este álbum foi um sucesso tendo sido um dos 15 top albuns no European World Music Chart em 1992.

Zé Francisco – acoustic guitar, mandolin, vocals
Johan Zilverzurf – electric & acoustic guitar, vocals
Pedro Calquinha – keyboards, vocals
Pedro Parreira – bass, vocals
Vasco Fialho – drums, vocals

Zé Francisco and Johan Zilverzurf met in the late eighties, to be precise 1989, and have been playing and recording together ever since. So this year 2019, they celebrate 30 years of friendship and partnership in music.
Zé was part of a movement of musicians here in the Algarve with Sergio Mestre, Telmo Marroquino, Janaca, Tó Viegas e Viviane and many more, trying to connect the songs from Zeca Afonso and traditional songs with the Algarvian vibe, mixing up african, mornas from Cabo Verde, with influences from jazz, rock, world music.
Zé went on to form the group MareNostrum in the late nineties.
Johan, who uses the artist name Zilverzurf, moved to Portugal in the late eighties. He has a legendary status in his homeland Sweden, and has done nine solo albums. In 1992 he recorded the album ”Ritmo de Estorninhos”, and had Zé Francisco as a collobarator singing and playing on a couple of songs. The album was a success and was one of the 15 top albums on the European World music Chart 1992.

Amar Guitarra

Cordas à conversa
Depois de um grande concerto em Setembro passado, o trio AMAR GUITARRA vem de novo à República. Para além dos seus temas mais conhecidos irão apresentar repertório novo que irá integrar o CD que têm em preparação. Certamente mais uma grande noite!!

A Cantadora de Contos

Genoveva Faísca é “A Cantadora de Contos”.
Uma vez por mês, durante os próximos meses, vai apresentar um conto diferente, num formato de grande interactividade com o público mais novo.

Vibes3yo

Paulo Santo- Vibrafone
Diogo Alexis- Contrabaixo
João Rijo- Bateria

Este grupo nasce das sessões informais de música e da cumplicidade enquanto sidemen em grupos de outros líderes.
Depois de vários anos a partilhar palcos em salas, bares, auditórios ou qualquer outro local em que se tocasse jazz, surgiu a ideia de formar um trio para tocarmos regularmente.
Neste concerto iremos tocar música de Duke Ellington, Thelonious Monk, Horace Silver, Joe Henderson e Wayne Shorter. Músicos que são para nós fundamentais e que marcaram a história da música Afro-americana do século XX.

O Modernismo no Sotavento Algravio – Exposição de Fotografia

Fotografias de associados da ANAFA – Associação e Núcleo de Amigos Fotógrafos do Algarve. Textos de Isabel Macieira

…. pressente-se que, ao longo das várias épocas, há na pequena e requintada cidade de Tavira uma clientela que se revê no que mais de moderno se faz (e referimo-nos aqui à arquitetura) e que adere “de imediato” às novas correntes estilísticas.

Assim acontece também durante as décadas de 50 e 60 do século XX, em que a arquitectura modernista se expressa em emblemáticos exemplares ainda visíveis na cidade e seus arredores, de grande beleza e particular interesse e que urge estudar, inventariar e preservar na sua integridade, importantes testemunhos que são da arquitetura deste século na cidade.
Nesta exposição fotográfica integram-se alguns dos exemplares mais marcantes, muitos dos quais da mão do arquitecto Manuel Gomes da Costa, hoje um dos nomes inquestionáveis da arquitectura modernista no Algarve.
Esta mostra não pretende no entanto e apesar do imenso merecimento deste arquitecto de longa vida e obra, homenageá-lo, pretende sim homenagear a cidade de Tavira, o seu património arquitectónico e o valor simbólico que este detém, como testemunho de uma época e de um modo de estar e pensar. Uma vez mais e em paralelo com o que acontece em épocas anteriores, assistimos em meados do século XX ao desenvolvimento de uma manifestação estilística que reflecte a disponibilidade e abertura com que a sociedade tavirense acolhe este novo estilo depurado, geométrico e moderno, onde a beleza estética é fruto, tal como no passado, sobretudo das clássicas relações de proporção.
Estas construções, que se espalham por ambas as margens do Gilão e se prolongam por algumas das localidades mais próximas, assumem agora as possibilidades dadas pelos novos e emergentes materiais e processos construtivos, como o betão armado, a que se juntam elementos de uma gramática decorativa moderna, como os tubos, chapas e caixilharias metálicas, as lâminas verticais ou horizontais de betão ou metal, os revestimentos com painéis de azulejo (aqui muitas vezes de “sabor regional”), a pastilha vítrea, o tijolo de vidro ou vazado e ainda alguns elementos carismáticos da
arquitectura da cidade, como a reixa ou os tabuados de madeira, sobretudo em protecções de sombra.

Quando hoje percorremos a cidade e nos deparamos com estes edifícios conseguimos ainda perceber a amplitude e expressão simbólica que este movimento deteve em meados do século passado nesta cidade. Neste conjunto muitos são no entanto, os que se encontram em mau estado de conservação ou mesmo em perigo de destruição por parecerem “feios”, obsoletos e sem qualquer interesse patrimonial…
Daí o interesse e razão deste projecto que nasce com o intuito de apelar para o reconhecimento, reabilitação e classificação como de interesse público, de todo este conjunto de edificados.

Isabel Macieira, Fevereiro de 2019

…. there is a general feeling that, at various times, there have always been people in the small and quaint town of Tavira, who have been attracted to the modernity in each time, and have “immediately” joined and praised the new stylistic trends.

The same happened during the 1950s and 60s, a period when modernist architecture was represented by a number of emblematic buildings in the city and its surroundings, buildings that have a great beauty and particular interest, making it urgent to study, catalogue and preserve the integrity of these examples as important witnesses of the city’s 20 th century architecture.
In this photo exhibition one can see some of the most striking examples, many of which were created by the architect Manuel Gomes da Costa, an indisputed name in the modern architecture of the Algarve. However, this exhibition is not intended to honour this architect himself, despite the immense merit of his long working life.
It aims to honour the city of Tavira, its architectural heritage and the symbolic value it holds, as a testament to a time and a way of being and thinking.
Once again, and in parallel with what happened in previous times, we witnessed in the mid-twentieth century the development of a stylistic manifestation that reflected the openness and availability with which the (high) society of Tavira embraced this new style, refined, geometric and modern, where aesthetic beauty is, above all, a consequence of the classical relations of proportion, as it was in the past.
These buildings, which can be found along both banks of the Gilão river and also in some of the nearby villages, display the possibilities provided by new and emerging materials and building processes, such as reinforced concrete, joined by elements of a modern decorative grammar such as pipes, metal sheets and metal window frames, vertical or horizontal concrete or metal slabs, tile panelling (here often with a so-called “regional flavour”) vitreous glass mosaic, glass or hollow brick, and some charismatic elements of the architecture of the city, such as a trellis or shutters made of wood,
especially to provide protective shade.
When we go through the city nowadays and we come across these buildings (many of which are in a poor state of conservation and where some elements have already been covered or are in danger of being destroyed because they look ugly and obsolete), we
can still perceive the amplitude and symbolic expression which this movement halted in the middle of the last century in the city. This refined and balanced architecture, where the formal and functional principles are always present, arrives here by the hands of
Manuel Gomes da Costa and conquers the taste of a part of the Tavira clientele, especially private, continuing to express itself for at least two more decades.
Hence, from our point of view, the interest and reason for the recognition, rehabilitation and classification of this heritage as of public interest, bringing to the light and adding to the current history of the city plus this period of important affirmation of its modernity.

Isabel Macieira, February 2019

Cool Manouche – Gypsy Jazz

Depois de um fantástico concerto na República 14 em Julho do ano passado e depois do lançamentode um CD ao vivo gravado em S. Brás, os Cool Manouche vêm de novo apresentar o seu Gypsy Jazz inspirado nos clássicos interpretados e criados por nomes como Django Reinhardt, Stochelo Rosenberg ou Tchavolo Schmitt.
Luís Fialho e Ray Bartlet nas guitarras, Rick Steffens no contrabaixo e Betty M no violino e na voz.

Espirro – Festival de artes para a infância e juventude

ESPIRRO festival de artes para a infância e juventude.
O festival traz alguns espectáculos nas áreas do teatro e dança dedicados aos mais novos mas que não deixam os adultos indiferentes. É assim um festival dedicado a todos que põe o corpo a mexer e a cabeça voar.
Os espectáculos são acompanhados de oficinas.
O festival acontece na REPÚBLICA14 entidade parceira da corpodehoje, em Olhão.

Reservas/inscrições | espirro.festival.corpodehoje@gmail.com
Tel. 96 981 35 58

Ficha artística
Concepção e direcção artística | Ana Borges
Design gráfico | Ludovico Silva
Produção | corpodehoje
Produção executiva | Rui Teodósio
Parceria e apoio logístico | República14

programação:

Abel e Amália | Teatro/dança
VAIVÉM INSUFLÁVEL companhia satélite da corpodehoje
31 janeiro + 1 fevereiro | escolas
Sáb 2 fev + Dom 3 fev | 15h30 + oficina
M/6

Quando for amanhã de manhã há-de ser sempre a manhã de hoje | Teatro/dança
VAIVÉM INSUFLÁVEL companhia satélite da corpodehoje
Sexta 8 fev | escolas
Sáb 9 fev | 15h30 + oficina
M/4

Janet |Teatro de objecctos
Companhia HelenandJohn
Sáb 8 fev | 21h30
M/14

Dama pé de Mim | Teatro
Ana Madureira
Dom 10 fev | 15h30
M/4

Abel e Amália
sinopse
Abel e Amália, são duas crianças gémeas, que nascem com temperamentos totalmente diferentes. Abel é pessimista e vê tudo sob uma lente de tristeza e aborrecimento enquanto Amália está sempre bem disposta e feliz e encontra sempre coisas positivas em qualquer situação. Até que um dia algo misterioso acontece!

Ficha Artística
Concepção e encenação | Ana Borges Interpretação e co-criação | Ana Madureira e Helen Ainsworth figurinos | Nuno Mega Design gráfico Ludovico silva
https://vimeo.com/304929885

Quando for amanhã de manhã há-de ser sempre a manhã de hoje
sinopse
Vemos as flores e as pedras do caminho, hoje que saímos de casa até à rua e estas flores amanhã já não serão iguais..é agora, hoje que as vemos, as olhamos, as sentimos e é a verdade que lhes reconhecemos, por estarem ali, aqui, neste momento, hoje. “E eu, a manhã de que mais gosto é a manhã de hoje……..”

Ficha artística
Direcção Artística | Ana Borges Intérpretes | Ana madureira, Helen Ainsworth e João Madeira Partcipação especial e Cenografia | José Ligeiro Texto | adaptação livre da obra “ O urso e o Gato Selvagem” de Kazumi Yumoto e Komako Sakai Desenho e Produção | corpodehoje Parceria | Bruaá Editora
Co-produção | CAE – Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz Agradecimentos | Albertina Borges, Ana Mónica, Artur Borges Duarte, Cláudia Lopes, Kazumi Yumoto e Komako Sakai, Melânia Ramos, Miguel Gouveia e Vahan Kerovpyan.
https://www.youtube.com/watch?v=gJGQYT5YwoQ

Janet
sinopse
Janet é um espetáculo de manipulação de objetos. Janet é uma tragicomédia emotiva, de alta energia, poeticamente apresentada, celebrando a mulher comum que sonha com outra vida. É para qualquer um de nos que tenha tentado ultrapassar as convenções ou ir contra a corrente diária da vida. É para quem que amam brincar com a comida e desfrutar de um pão bem assado.
Ficha artística
Encenação John Mowat interpretação, figurinos e objetos Helen Ainsworth pela Companhia HelenandJohn
http://www.helenandjohn.co.uk/

Dama Pé de Mim
sinopse
Farta de olhar para o umbigo, Dama Pé de Mim monta o seu Cavalo e parte à procura de um amigo. Pelo caminho encontra a Amália, a mala que já foi crocodilo, conhece o Nuno, a nuvem caída do céu e mergulha no Rio profundo. Mas só quando chega ao supermercado, descobre o que é um amigo. Com a ajuda do Sr. Rodrigo.
Uma história luminosa, terna e divertida, com música, texto que rima, e a participação do público… mãe, filho e prima!

Ficha artística
Criação e interpretação | Ana Madureira Cocriação Musical | Vahan Kerovpyan Apoio à criação | Blaise Powell e Vahan Kerovpyan Concepção do objecto musical | Nuno Guedes Desenho de luz | Vasco Ferreira (Uma encomenda do Projecto Pedagógico das Comédias do Minho)
Link: https://www.youtube.com/watch?v=l7M9–Xm6Rs

A Matemática no Croché

É uma formação destinada a professores de Matemática, dos grupos 230 e 500 que pretende abordar a Geometria através do Croché.
No crochet há pontos que não são  os da Geometria e há linhas que não são rectas e que também não são as da Geometria. No entanto há muita Geometria no crochet…
Nesta sessão prática os participantes serão convidados a descobrir a Geometria entrelaçada nas malhas que, desde tempos imemoriais, surgiam entre as mãos que, em noites de inverno, à luz de candeeiros de petróleo e aquecendo-se à lareira, numa qualquer aldeia escondida na aba de uma serra ou numa casa de cidade, não paravam. Ponto a ponto, produziam-se peças de beleza diáfana que iriam fazer parte do enxoval das jovens
que calmamente brincavam aproveitando a luz e o calor.
Essas diligentes artesãs provavelmente não tinham consciência de toda a Matemática que era necessário mobilizar para produzir as suas obras. Os padrões utilizados passavam de geração em geração, copiavam-se de amigas e vizinhas, sempre sem consciência de que havia princípios básicos de Matemática e de Geometria envolvidos.
Neste contexto serão propostas actividades criativas que poderão ser reproduzidas (ou adaptadas) no âmbito de temas de Geometria dos vários níveis de ensino, desde o préescolar ao secundário.

Comunicação com Coração – Workshop com Carla Peralta

Saber comunicar com os outros é uma arte, em especial dizer o que é preciso sem nos sentirmos prejudicados.
Muitas são as vezes que calamos o que sentimos para agradar ou para não ofender e quando já não conseguimos mais guardar o que nos vai no coração “rebentamos” sem noção, sem empatia pelo próximo, criando mágoa e desconforto à nossa volta.

Aprender as regras básicas da Inteligência Emocional e da Comunicação Não Violenta, leva-nos a ter uma Comunicação Com Coração para com todos os que nos rodeiam.

Carla Maria
Terapeuta Sistêmica

Valor de troca para sócios – 25
Valor de troca para não sócios – 30

Knowing how to communicate with others is an art, in particular saying what one needs to say without feeling harmed.
In these days, many times we silence what we feel to please or not offend, and when we can no longer keep it inside our heart, we “burst” without notion, without empathy for the neighbor, creating pain and disconfort around us.

Learning the basic rules of Emotional Intelligence and Non Violent Communication, we have a Communication with Heart to all those around us.

Carla Maria
System Therapist

Exchange value for members – 25
Exchange value for non-members – 30

Baile e contos do mundo com Santos da Casa

Os Santos da Casa trazem à Re-Criativa os bailes contados nos quais juntam sons e ritmos a histórias vindas de todo o mundo. Através de contos tradicionais e de autor, os espectadores são convidados a deixarem-se embalar por música e palavras e embarcarem numa viagem para mundos onde tudo é possível.

De mão em mão, de par em par e em bailes de roda se faz esta viagem que começa na Re-Criativa e não se sabe onde irá parar.

Os Santos da Casa são compostos por Carlos Boita (piano e melódica), Paulo Botelho (percussões), ambos membros dos Piajon, e Fernando Guerreiro (contador de histórias), autor do projecto Micro Contos.

Espectáculo com duração de 1h15m.

Público: dos 3 aos 133 (maiores de 133 deverão ser acompanhados dos pais ou avós para poderem entrar)

Bilhetes:
3 passos de dança para os sócios
5 passos de dança para os não sócios.

Luís Galrito – Menino do Sonho Pintado

Luís Galrito apresenta aqui o seu mais recente trabalho “Menino do Sonho Pintado”, um projecto musical com canções originais que
versam sobre as experiencias da vida, e da sociedade em geral. Transformado num espectáculo onde se observa o diálogo permanente entre a música, a palavra cantada e a imagem, a sua sonoridade estende-se pelas influências dos cantautores portugueses, das raízes folclóricas do Alentejo assim como de outras sonoridades de matriz tradicional (ou não) de diversas zonas do país e do mundo. O título é retirado de uma das canções que fala sobre as crianças vítimas de violência em cenários de
guerra, relembrando aqui também a questão dos refugiados e outros contextos preocupantes e que reflecte a vontade de esboçar o sonho na pureza de uma criança.
Na República 14 Luís vai ter a companhia de Dina Palma Dias, artista plástica, tal como Galrito originária do Alentejo, que irá pintar uma tela durante o concerto que dará expressão visual aos sentimentos vividos durante a actuação.

Yoga e Mandalas para Pais e Filhos

Venha participar numa manhã diferente com o seu filho onde se vai juntar o yoga e a criação de mandalas numa manhã diferente cheia de jogos, histórias e diversão.
A pratica de yoga desde criança permite desenvolver a inteligência emocional, confiança, comunicação e trabalho em grupo, concentração, ajudando ainda a encontrar o equilíbrio! As aulas são realizadas através de jogos, histórias, músicas, brincadeiras e muita diversão em grupo.
As mandalas têm sua origem na Índia e a palavra significa círculo ou aquilo que rodeia um centro. Visualmente trata-se de um conjunto de figuras geométricas que podem representar as características do universo e se utilizam há séculos como um ponto para concentrar a meditação. Tendo como benefício potenciar na criança a sua capacidade de atenção e concentração, o aumento da motricidade fina e a manipulação de objetos, favorece a capacidade de escrita, promove a paz, paciência e tranquilidade, estimula a criatividade, a imaginação e o raciocínio e tem um efeito relaxante.
Durante o workshop, ao juntar pais e filhos têm a oportunidade de viver e expressar o amor que flui das profundezas do seu ser, produzindo em todos uma sensação de paz e alegria.
Ao construir-se as mandalas promovemos relaxamento, concentração, fortalecimento dos laços emocionais e espírito de equipa na criação de algo tão simbólico como a mandala.
Uma união perfeita entre o yoga e a criação de mandalas numa manhã diferente cheia de jogos, histórias e diversão.
Instrutoras: Patrícia Viegas e Patrícia Boloto
Inscrição prévia através do e-mail: patriciazedoviegas@gmail.com, mensagem privada ou pelo contacto: 919490402/ 963059799
Número limite de participantes: 10 pessoas
Idade: 3 a 12 anos
Valor: 7 para sócios e 10 para não sócios.
Nota: No fim será entregue uma lembrança de acordo com o tema do workshop.

Moçoilas

Os cantos do Sul Numa época em que o Desenvolvimento Local teve maior força no país, surgiu a necessidade de levar uma representação da cultura serrana (Algarve Norte / Alentejo Sul) a uma mostra e partilha de várias regiões. A partir do património oral, cantado ou falado e de um vínculo grande com as gentes da serra do Caldeirão decidiu-se criar um grupo de vozes de mulheres que se fizesse ouvir, dando voz aquelas serranias e a uma região que não se conhecia cantada. As Moçoilas surgiram em 1994 e, desde então até hoje, continuam a cantar e a fazer sentir o Sul. Sempre composto por vozes de mulheres, o grupo é hoje formado por Teresa da Silva, Margarida Guerreiro e Inês Rosa.

Para Além do Branco – Exposição de Fotografia de Filipe da Palma

A CÔR NA ARQUITECTURA ALGARVIA
Para além da imagem de um Algarve cuja existência se remete para uma longa e litoral fímbria, de paradisíacos areais banhados por cálidas águas de um oceano sempre meigo e azul, existe uma outra cuja criação e posterior transmissão tem vindo a marcar presença de forma vincada e permanente no imaginário de todos os que consigo tomaram contacto, correspondendo esta à de uma habitação totalmente coberta de branco.
De facto, o discurso sobre a existência deste véu que mais se assemelha a uma alva mortalha, descendo por vezes a uma seminal e romântica ocupação do espaço por povos vindos do norte de África, cedo surgiu como catalisador de linhas de pensamento e de fazer história cuja existência, em bom escrever, ocultam a verdade que é mais complexa e policromática.
O Algarve, território de múltiplas e diversificadas paisagens incorpora em si a real riqueza de uma miríade de soluções de sentir e ocupar o espaço, das quais a habitação de branco caiada somente é uma amostra de um determinado sentir de uma determinada época, a qual, após discursos mais ou menos inflamados sobre a pureza e a tradição vingou até aos dias de hoje.
Em uma campanha dirigida à população local, lançada em 1980 pela Comissão Regional de Turismo do Algarve existiu a “tentativa não só de restituir o Algarve à sua cor tradicional, mas até de impor o branco como a cor urbanística do Algarve” e onde foi escrito “ A nosso ver o Algarve só tem turisticamente duas cores: o azul do céu e do mar e o branco das casas.”
Nesta breve mostra de imagens pretende-se transmitir um pouco dessa riqueza ainda tangível, cuja existência contraria uma visão se já não predominante nos discursos apresentados ainda vigente na maioria dos pessoais discursos da maior parte dos indivíduos.

Sergey Onischenko – Make Like a Tree

Make Like a Tree é uma combinação de música, fotografia e videoarte criada na estrada por Sergey Onischenko durante anos ininterruptos de viagens por todo o mundo.
O programa do evento consiste em
Música – http://makelikeatree.org/
Exposição de fotografia – http://onisch.com/
Filme do Japão, Papua Nova Guiné, Nova Zelândia e Austrália

Make Like a Tree é a quintessência de viagens expressas em música e fotografia. Sergey Onischenko – “vagabundo” da Ucrânia que está viajando à boleia pelo mundo – cria esta performance onde mostra a sua música indie folk com o toque inconformista dos ideiais da Beat Generation, ao mesmo tempo que exibe as suas fotografias minimalistas de paisagens, tomadas nos numerosos lugares que percorre durante as suas viagens. Cada concerto pode ser tocado com novos membros e todas as músicas são criadas e gravadas em diferentes partes do mundo. A experimentação com sons e a colaboração com o público podem transformar um one-man-bad show num duo ou num grande grupo improvisado, convidando o público a participar no processo de criação da música. As paisagens de Make Like a Tree irão transportar-nos ao mundo interior da natureza, bosques, montanhas e canções de baleias no fundo do oceano.

In English:

Make Like a Tree is a quintessention of travels expressed in music and photography created by Sergey Onischenko – vagabonder from Ukraine who is hitch-hiking round the world and spreading his indie-folk tunes with a touch of non-conformism and Beat Generation ideas and exhibiting his minimalistic landscape photography taken in omnifarious places during his journeys. Each concert is played with new members and all songs are created and recordered in different parts of the world. Experiments with sounds and collaborations with audience can turn one-man-band in a duo or in quite a large improvising ensemble so be ready to take part in a process of creating music. Sloundscapes of Make Like a Tree will bring you to inner world of nature, woods, mountains and songs of whales on the bottom of the ocean.

Make Like a Tree is a combination of music, photography and videoart that have been created on the road during years of non stop travels around the world.
The progam of the event consists of
Music – http://makelikeatree.org/
Photography exhibition – http://onisch.com/
Movie from Japan, Papua New Guinea, New Zealand and Australia

Azeiteiras – Oficina de biscoitos populares

A cozinha popular é um documento vivo que acompanha e relata o modo de vida das comunidades. Os ingredientes usados, a época de confecção e a própria apresentação podem ser pistas para o desenho da paisagem de determinada geografia, humanizada numa cadeia de princípios, simbolizada em produtos finais onde o trabalho, a festa e outros ritos são descritos de maneira saborosa.

O azeite, presença basilar no quotidiano da região, assiste, resistente, ao aparecimento e desaparecimento de outros produtos, costumes e modas – sendo a base desta fornada de conversa e de biscoitos que cada um há-de enriquecer como lhe convier.

Sócios: 5
Não-sócios: 8

Oficina de Fabrico Artesanal de Pão

O pão é um dos alimentos mais queridos e o seu processo de fabrico é de uma simplicidade misteriosa. Compreender as suas partes, a vida que leveda a massa e as possibilidades de enriquecê-lo com inúmeros ingredientes locais é o princípio da desmistificação dos boatos que o descrevem como difícil de fazer numa cozinha vulgar.

A massa-mãe é o fermento natural que leva um pouco de nós de fornada em fornada e que pode ser partilhado com os outros – e aqui pode dizer-se que aquilo que leveda o pão, o que o faz crescer, pode levedar também as relações entre as pessoas.

Se por um lado não é necessariamente verdade que é preciso amassar muito para se obter um bom pão, também reconheceremos que dar voltas à massa é um exercício de descontração incomparável.

Fazer a merenda, o jantar e a sobremesa a partir da mesma bola de massa é um desafio à criatividade e uma janela de possibilidades que, não parecendo, pode facilitar a quotidiana procura de uma alimentação consciente sem prescindir do prazer de comer.

7 grão para sócios
10 grãos para não sócios

Azinhaga

Azinhaga é uma aventura musical que propõe um cancioneiro original, bem-disposto e em português, que quer falar da vida sem se levar demasiado a sério. Apresenta uma sonoridade acústica, com denominação do Algarve e uma influência eclética que vai da música tradicional portuguesa aos seus renovadores, da música popular brasileira à canção francesa, passando também pela poética anglo-saxónica da música independente. Tem uma musicalidade de largos espectros, profunda, mas translúcida, e excelentes notas de chocolate, whisky e cigarros. No ouvido, harmonias típicas do cancioneiro tradicional, reinventado com complexidade e frescura, numa acidez e humor bem controlados. Termina num final feliz, com longa persistência. De grande versatilidade, acompanha bem tanto momentos de introspeção misantrópica como de verdadeira folia coletiva.

Reinterpretação do bolo-rei com ingredientes locais – Oficina

Insrição obrigatória: 915 612 160

Partindo de uma base simples de massa lêveda e aproveitando a ideia do tradicional bolo-rei molda-se uma coroa de símbolos: tradições, ingredientes locais, calor físico e humano. Compreendendo as técicas de base abre-se a possibilidade de adaptar a receita ao gosto e necessidades pessoais: mais ou menos doçura, mais este ou aquele ingrediente, com esta ou aquela forma.

Sócios 7
Não sócios 10

Plasticine

Depois de um incrível concerto em Junho, os Plasticine voltam à República. Quem não (ou)viu tem a gora a oportunidade de (ou)ver. Quem já (ou)viu vai certamente querer re(ou)ver.

Oficina: Gastronomia

Tópicos: 
– características da doçaria popular;
– Processos químicos básicos da doçaria panificada;
– Demonstração e fabrico de um exemplar individual.

Donativo Mínimo:
Sócios: 7,-
Não-Sócios: 10,-

Oficina de Fabrico Artesanal de Pão

7 grãos para sócios
10 grãos para não sócios

O pão é um dos alimentos mais queridos e o seu processo de fabrico é de uma simplicidade misteriosa. Compreender as suas partes, a vida que leveda a massa e as possibilidades de enriquecê-lo com inúmeros ingredientes locais é o princípio da desmistificação dos boatos que o descrevem como difícil de fazer numa cozinha vulgar.

A massa-mãe é o fermento natural que leva um pouco de nós de fornada em fornada e que pode ser partilhado com os outros – e aqui pode dizer-se que aquilo que leveda o pão, o que o faz crescer, pode levedar também as relações entre as pessoas.

Se por um lado não é necessariamente verdade que é preciso amassar muito para se obter um bom pão, também reconheceremos que dar voltas à massa é um exercício de descontração incomparável.

Fazer a merenda, o jantar e a sobremesa a partir da mesma bola de massa é um desafio à criatividade e uma janela de possibilidades que, não parecendo, pode facilitar a quotidiana procura de uma alimentação consciente sem prescindir do prazer de comer.

Circular Somewhere

Circular Somewhere
Photoworks por Frans Verschoor
De 20 de Outubro a 6 de Dezembro
Opening hours: daily 14:00 – 19:00 h, except Sundays and public holidays
Horário de abertura: diariamente das 14:00 h às 19:00 h, excepto aos domingos e feriados

The opening of the exhibition will take place on october 20 at 17:30 h.
A abertura da exposição ocorrerá no dia 20 de outubro às 17:30 h.

Em “Circular Somewhere”, o artista visual holandês Frans Verschoor apresenta uma seleção de fotos de árvores da sua série “360 °”. A sua abordagem artística consiste em fotografar o objecto de forma circular e combinar as dezenas, se não centenas de imagens numa única imagem. Isso oferece ao espectador uma visão abrangente, revelando a simetria oculta do objecto e dos seus arredores, algures (somewhere). Algumas das obras expostas são imagens captadas no Algarve.

In “Circular Somewhere”, Dutch visual artist Frans Verschoor presents a selection of photo works of trees from his “360°” series. His approach entails photographing his subject from its entire circumference and combining the dozens, if not hundreds of pictures into a single image. This offers the viewer an all-encompassing vision, revealing the hidden symmetry of the object and its surroundings, somewhere. A number of the exhibited works are rooted in the Algarve.

João Afonso Trio

João Afonso é autor de uma vasta obra onde a Lusofonia é uma constante. Com um estilo a que não é alheia a sua vivência dos ritmos e melodias da antiga África portuguesa, João Afonso apresenta-se em espectáculo com um coral de canções criadas ao longo de duas décadas de música, num encontro entre a sua voz e a de poetas como Fernando Pessoa, José Afonso e Camilo Pessanha. Às sua canções mais antigas, desde o seu primeiro trabalho “Missangas” ao mais recente “Sangue Bom”, juntam-se agora novas canções numa viagem pela diáspora e pela língua portuguesas.

Neste trio de João Afonso é acompanhado pelas guitarras e pela colaboração vocal de Miguel Fevereiro e António Pinto. Um encontro de músicos que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única.

Leon Baldesberger

Começou por ser o projeto de Bacharelato do trompetista Leon Baldesberger na Escola Superior de Musica de Zürich (ZHdK), e na altura foi eleito Best of Swiss Jazz Bachelor 2012 pela mesma escola. Dois anos mais tarde voltou a ser avaliado com a nota máxima no concerto final do Master na mesma escola. Estilisticamente poder-se-ia descrever como”orchestrated minimal odd-meter”, onde excertos claramente estruturados e orquestrados, nos quais predomina a combinação entre ritmos complexos e harmonias latas, andam de mãos dadas com a improvisação.
O projeto tem evoluído continuamente desde a sua formação, tendo passado por vários palcos na Suíça, entre eles o reputado moods em Zürich ou o Bird’s Eye em Basel. O CD de estreia “Störfaktor” foi gravado no Hitmill Studio – Zürich em Setembro de 2015 e apresentado na Suíça no inicio de 2016.
Após uma Tour por Portugal em Fevereiro de 2017, com paragens no Hot Clube e no Salao Brazil entre outros, Leon voltou para viver em Portugal e reconstituiu o seu grupo com músicos portugueses. São eles:
Leon Baldesberger (tp, comp)
Miguel Martins (g)
Alexandre Dahmen (p)
Luis Henrique (b)
Joao Melro (dr)

Jive Club – Aulas de Dança

Dancing to the rocking R&B sound of 1940’s | Dançar ao som de R&B dos anos quarenta:
East Coast Swing
Lindyhop
Collegiate Shag

com | with Sarah Mills

Não é preciso parceiro | No partner needed

Calçado: sabrinas, sapatilhas tipo All Star, ou qualquer outro calçado raso e confortável.
Shoes: confortamble shoes lke All Star, or any other shallow footwear.

Donativo obrigatório | Donation
Sócios: 5,-
Não Sócios: 7,50

Pássaro Que Voa

…English below…

As portas da República 14 reabrem dia 15 de Setembro, dia em que inaugura a exposição do livro PÁSSARO QUE VOA.

Trata-se de um livro de contos sobre imigração. Conta várias histórias de gente que nasceu num lugar e que por alguma razão teve que deixar a sua terra.

Os relatos são da autoria do encenador e escritor Claudio Hochman. Estes foram traduzidos por Carla Madeira e, posteriormente, ilustrados pela sua filha Carlota Lopes, que na altura tinha 11 anos.

………..

República 14 reopens on the 15th September, with the inauguration of the exhibition PÁSSARO QUE VOA (trans. Bird That Flies).

It focus on the content of a book about immigration. It is a collection of stories of people that, for some reason, had to leave their homes.

The stories were written by the theatre director and writer Claudio Hochman, translated by Carla Madeira and illustrated by the 11 year old at the time Carlota Lopes.

Amar Guitarra

Trio Amar Guitarra composto por João Cuña, Luís Fialho e Pedro Mendes “Pierre”. Ao longo de diversos temas, originais e versões, em vários estilos musicais que vão  o Fado ao Flamenco, passando pela Morna, Jazz, Gypsy Jazz e Tango, os três músicos vão partilhando com o público a cumplicidade existente entre as suas guitarras.

Rão Kyao

Rão Kyao em concerto na Re-Criativa República 14 em Olhão. Acompanhado por 3 grandes músicos vai trazer até ao espaço da República 14 o seu universo musical único entre o contemplativo, o espiritual e o popular, no som envolvente das suas flautas. Uma viagem pelo mundo da música e pela música do mundo!

Miguel Martins Trio

O repertório deste trio inclui muitos elementos musicais, com arranjos originais, misturando estilos, criando paisagens sonoras ricas e ritmos intensos. Miguel Martins é líder do grupo e partilha uma cumplicidade e química musical muito intensa com estes dois músicos em conexão com o excelente contrabaixista Andaluz Pablo Baez (baixista do Jorge Pardo flautista de anos de Paco de Lucia) e José Salgueiro um dos bateristas históricos do nosso país. Com estes talentos a música sai de uma maneira inesperada, com surpresa e com segurança, fazendo o publico viajar através desta intensidade e alegria de tocar musica com base na improvisação e liberdade. A surpresa é garantida.

The repertoire of this trio includes many musical elements, with original arrangements,  mixing styles, creating rich soundscapes and intense rhythms.
Miguel Martins is the leader of the group and shares a very intense musical chemistry and complicity with these two musicians in connection with the excellent bass player Pablo Baez (bass player of Jorge Pardo flute player of many years of late Paco de Lucia) and the living legend drummer Jose Salgueiro
The Miguel Martins Trio makes the experience of playing so many years together that the music
is unexpected, with surprise and security, making the public travel through this intensity and joy of playing music
based on improvisation and freedom. Surprise is guaranteed.

Cool Manouche

Cool Manouche é um quarteto de Jazz Manouche ou Gypsy Jazz, inspirados nos clássicos interpretados e criados por nomes como Django Reinhardt, Stochelo Rosenberg ou Tchavolo Schmitt.

É composto por:
Luís Fialho – guitarrista e compositor, fez os seus estudos musicais em contrabaixo na Academia Amadores de Música de Lisboa dedicando-se posteriormente à guitarra. Nos últimos anos estudou harmonia de jazz com o professor Zé Eduardo. Fez parte dos “Opinião Pública” nos anos 80, dos “Entre Aspas” nos anos 90 e mais recentemente nos “Amar Guitarra” tendo sempre um papel de relevo na composição dos temas originais.

Ray Bartlett – um músico inglês de grande experiência e especializado no estilo de Django Reinhardt e do Gypsy Jazz. Além de tocar regularmente em clubes de jazz e festivais no Reino Unido e Irlanda, também actuou na capital deste estilo musical, Paris. Liderou os seus próprios projectos e tem colaborado, estudado e tocado com músicos de topo de todo o mundo.

Rick (Richard) Steffens – contrabaixista americano de jazz é um músico diversificado com mais de 40 anos de experiência como sideman, trabalhando em estúdios e líder da Mirage Big Band Orchestra. Também foi um membro fundador do Gypsy Swing Cats de San Diego.
Ao longo dos anos, Rick actuou com os notáveis do jazz como Herbie Hancock, John Handy, Milt Jackson, Richie Cole, Andy Narell e Ernestine Anderson. Também tocou em orquestras com muitas celebridades e comediantes famosos do mundo, como Bob Hope, Red Skelton, Danny Thomas, Joan Rivers, Smothers Brothers, Mel Carter, Pete Barbutti, Rich Little e Joe Piscopo.

Betty M. – violinista e cantora residente no Algarve, estudou violino clássico em Portugal e posteriormente em Itália, onde residiu vários anos e onde começa a interessar-se pelo Jazz. Mais tarde regressa a Portugal e começa estudar Jazz com David Gausden, Zé Eduardo e licencia-se em Violino Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborado com vários músicos da região e do país entre os quais Zé Eduardo, David Gausden, Tuniko Goulart, Desidério Lázaro, Gonçalo Neto entre outros, e participado em vários eventos e Festivais de Jazz e World Music com diferentes formações. Descobre no Gypsy Jazz a sua verdadeira voz dedicando-se atualmente exclusivamente a este estilo.

Old Mountain

Old Mountain é um projecto do guitarrista Pedro Branco e do baterista João Sousa que se iniciou em 2016. Nestes concertos em terras do Algarve o duo tem como convidado o contrabaixista italiano Mauro Cottone. Pedro Branco é natural de Lisboa e iniciou os seus estudos no Hot Clube de Portugal tendo estudado com importantes guitarristas nacionais e estrangeiros. Vive actualmente em Amesterdão. João Sousa é natural de Faro mas está baseado na cidade de Lisboa. Estudou na Universidade Lusíada e em 2017 completou o Master course em Jazz performance no Conservatório Real de The Hague.

Zeus Faber

Zeus Faber, conhecido por peixe-galo é um peixe cosmopolita que integra a gastronomia tradicional portuguesa. Tal como o peixe, a banda Zeus Faber habita ambientes variados, procurando sempre compor sonoridades multiculturais, tendo como base o jazz e as diversas influências dos músicos envolvidos. O repertório é composto por temas originais enriquecidos pelas letras da cantora e poeta Genoveva Faísca. Esta banda conta ainda com o Leon Baldesberger no trompete, João Araújo no piano, Marco Martins no baixo e Janaca na bateria.

Mansel Kedward

Mansel Kedward, nascido em Wales, conta histórias através das suas canções, acompanhando-se a si próprio ora com banjo ora com bandolim. A sua música tem uma forte ligação com a música popular inglesa e estadunidense e com o Folk.

TRÍPTICO: Três Estudos

Este espetáculo de dança/teatro perscruta o início e o fim de um ser e das suas relações.

FICHA TÉCNICA
Direção: Manuel Neiva; Sara Martins.
Intérpretes: Ana Ramos, Ana Simões, Barbara Luz, Beatriz Rodrigues, Britt Hardwick, Bruno Rebelo, Camila de Souza, Carina Sousa, Carla Santos, Carolina Ferreira, Catarina Angélico, David Mártires, Diana Nobre, Flávio Araújo, Iara Lourenço, João Guerreiro, Lara Lourenço, Laura Flórido, Leonardo Carmo, Maria Semedo, Margarida Lucas, Mariana Paias, Miguel Domingos, Mihaela Iaczko, Naomi Ramos, Patrícia da Cruz, Polina Abramova e Tatiana Pereira.

Duração prevista: 60 minutos.

Oficina de Fabrico Artesanal de Pão

O pão é um dos alimentos mais queridos e o seu processo de fabrico é de uma simplicidade misteriosa. Compreender as suas partes, a vida que leveda a massa e as possibilidades de enriquecê-lo com inúmeros ingredientes locais é o princípio da desmistificação dos boatos que o descrevem como difícil de fazer numa cozinha vulgar.

A massa-mãe é o fermento natural que leva um pouco de nós de fornada em fornada e que pode ser partilhado com os outros – e aqui pode dizer-se que aquilo que leveda o pão, o que o faz crescer, pode levedar também as relações entre as pessoas.

Se por um lado não é necessariamente verdade que é preciso amassar muito para se obter um bom pão, também reconheceremos que dar voltas à massa é um exercício de descontração incomparável.

Fazer a merenda, o jantar e a sobremesa a partir da mesma bola de massa é um desafio à criatividade e uma janela de possibilidades que, não parecendo, pode facilitar a quotidiana procura de uma alimentação consciente sem prescindir do prazer de comer.

Oficina teórico-prática

1: A química teórica do processo de panificação, características das matérias-primas e demonstração da criação da própria massa-mãe;

2: Selecção de ingredientes locais e reflexão sobre as suas potencialidades no enriquecimento da padaria pessoal;

3: Demonstração e prática da confecção de uma massa básica e enriquecimento pessoal e criativo. Partilha de ideias para o uso prático em casa como base de qualquer refeição. Cozedura.

4: (durante a cozedura) Conceitos básicos de conservação da massa-mãe e da massa de pão propriamente dita. Partilha da primeira entre todos e recapitulação dos cuidados a ter para a sua continuação.

Donativo obrigatório:
Sócios: 6 Paus
Não sócios: 10 Paus

Orientadora: Luísa Soares Teixeira
Formou-se na cozinha da avó Arminda, um espaço integrado numa casa de campo e equipado de maneira tradicional, tendo vindo a praticar uma cozinha de continuidade desde a infância, participando e experimentando, copiando e reinventando à medida dos recursos do seu tempo.
Consolidou conhecimentos de maneira auto-didacta debruçando-se sobre a mais nobre bibliografia gastronómica em conjunto com uma licenciatura em professores de Educação Visual e Tecnológica que resultou numa perspectiva de cozinha como oficina de expressão criativa.
Tem experimentado a escrita de crónicas de opinião e memórias culinárias na série A Conversa já Chegou à Cozinha e acha que o valor do conhecimento é proporcional às vezes que é partilhado. É produtora de uma pequena série de conservas de ingredientes locais e sazonais.

Plasticine

A Plasticina é moldável, assim é esta banda, as suas músicas e os seus membros.
Tudo começou quando o Pedro Barroso e o João Faísca se conheceram em Lagos. Depois de um período criativo de 10 anos, têm agora prontas para apresentar, 7 músicas.
A sala o concerto estão marcados e a banda é um conjunto de músicos mundialmente famosos e conhecidos por todo o Algarve. Tal qualidade significa que a conciliação de agendas não é nem pêra-doce nem laranja do algarve. Por essa razão não é de estranhar ver caras diferentes em diferentes concertos. Outros músicos dando o seu toque pessoal e emoção a cada música.
Tal como a plasticina, uma banda moldável com sons e músicas moldáveis: “Queremos que as pessoas possam dançar um afro beat e de seguida apreciar um cantor marroquino ou um tema aborrecido de jazz, tudo feito à mão e sem glúten!”, disseram em entrevista publicação Diário dos Engenheiros.

Donativo obrigatório:
Sócios: 5 Paus
Não-sócios: 8 Paus

The Black Teddys

The Black Teddys, banda Indie Rock originária de Olhão lança agora o seu primeiro LP com 9 temas originais com um concerto na República 14.

Originários de Olhão, Algarve, os The Black Teddys assumem-se como uma banda Indie Rock influênciada pelos mais diversos artistas e bandas do panorama rock, desde as décadas de 60/70 até à actualidade.

André Brito | BAIXO
Bruno Barras | BATERIA
Carlos Favinha | VOZ e GUITARRA
Ricardo Martins | GUITARRA e TECLAS

FACEBOOK: https://www.facebook.com/theblackteddys/
INSTAGRAM: https://www.instagram.com/tbteddys/

Donativo Obrigatório
Sócios: 5 Paus
Não-sócios: 8 Paus

SUMMA: Ensaio sobre o Feminino

SUMMA é a palavra do grego antigo para soma. Nesta viagem, encontro, passagem,  consciencialização do feminino, a artista apercebe-se das suas várias facetas, bem como da influência que várias mulheres tiveram na sua vida. Por isso, revela-se como sendo a SUMMA de todas essas “mulheres interiores e exteriores” a si própria! Esta exposição é uma viagem muito pessoal e introspectiva da artista.

BIOGRAFIA
Milai Miu nasceu no norte de Portugal, nas Caldas das Taipas, em 1975.
Formou-se em Engenharia do Ambiente e, desde 1993 trabalha em teatro, erformance, cinema, artes plásticas e visuais e em fotografia. É membro efetivo da  AS_Peace and Art Society desde 2014.

INAUGURAÇÃO
08-06-2018, pelas 18H00

Exposição de Bonsai

Bonsai – palavra japonesa que significa “cultivado, plantado em bandeja ou vaso”. Além de estar plantado num vaso raso e pequeno, a planta deve ser uma réplica de  uma árvore da natureza em miniatura, deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo. É uma obra e arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.
O Clube de Bonsai do Algarve vai mostrar na Associação Cultural Re-Criativa República 14 nos dias 26 e 27 de Maio a sua exposição de Bonsai onde além da mostra de Bonsai dos associados haverá também um “Consultório de Bonsai” onde os interessados poderão esclarecer duvidas e até mesmo trazer o seu Bonsai para pequenas intervenções.

A exposição conta ainda com uma pequena banca da ceramista Telma Guerreiro, com vários artigos para venda.

Marco Luz

Com dois CD’s gravados, Cores de 2015 e Mãos Pincel de 2017, Marco Luz presenta-se sozinho à guitarra acústica e elétrica. Com a medida exacta entre despojamento e virtuosismo Marco explora a dualidade entre a riqueza tímbrica de uma guitarra acústica barítono e o processamento de efeitos digitais transportando-nos para paisagens e ambientes sonoros de grande serenidade.

Mais Informação
 https://marcoluz.bandcamp.com/
https://www.youtube.com/watch?v=MLcJfZx3uLA

Donativo Obrigatório
Sócios: 5 Paus
Não-sócios: 8 Paus

Grupo Coral da Universidade do Algarve

O Grupo Coral da UAlg é um coro misto, criado a 12 de outubro de 2012, formado principalmente por estudantes, professores e funcionários, sob a direção artística da Maestrina Ivelina Kavrakova- Pereira, e com a colaboração da Prof. Raquel Correia no acompanhamento ao piano.
O grupo coral tem por objetivo a promoção da Música Coral de diversas épocas, estilos e origens, e pretende ser, dentro e fora da academia, um divulgador da Música como forma de arte e de cultura universais.

Donativo obrigatório:
Sócios: 5 Paus
Não-sócios: 8 Paus

Grafonola Voadora & Napoleão Mira

A Grafonola Voadora e Napoleão Mira, é um projeto musical e visual de grande impacto onde a palavra dita e sentida ganha lugar de destaque. É composta por 3 elementos que têm provas dadas nesta área artística: Luis Galrito, João Pedro Espada e Napoleão Mira.
O músico Luís Galrito, além de apresentar nos seus espetáculos um conceito multidisciplinar (música, palavra/canto e imagem), faz atualmente parte do projeto, “O Sul de José Afonso – Com Luís Galrito e João Afonso e Barco do Diabo”, tal como o artista visual João Espada, que participa igualmente com vídeo-projeção no projeto A-MAR, com o João Frade e nos espetáculos ao
vivo dos músicos Dino D’ Santiago, Luís Galrito e Lígia Pereira. Quanto ao Napoleão Mira, este, criou a performance de spoken word: 12 Canções Faladas e 1 Poema Desesperado, e colaborou diretamente com os músicos Dino D’ Santiago, Orelha Negra e o seu filho Sam The Kid, entre outros mais, dentro do conceito que o notabilizou, o spoken word.

Donativo obrigatório:
Sócios: 5 Paus
Não sócios: 8 Paus

Oficina de Fabrico Artesanal de Pão

O pão é um dos alimentos mais queridos e o seu processo de fabrico é de uma simplicidade misteriosa. Compreender as suas partes, a vida que leveda a massa e as possibilidades de enriquecê-lo com inúmeros ingredientes locais é o princípio da desmistificação dos boatos que o descrevem como difícil de fazer numa cozinha vulgar.

A massa-mãe é o fermento natural que leva um pouco de nós de fornada em fornada e que pode ser partilhado com os outros – e aqui pode dizer-se que aquilo que leveda o pão, o que o faz crescer, pode levedar também as relações entre as pessoas.

Se por um lado não é necessariamente verdade que é preciso amassar muito para se obter um bom pão, também reconheceremos que dar voltas à massa é um exercício de descontração incomparável.

Fazer a merenda, o jantar e a sobremesa a partir da mesma bola de massa é um desafio à criatividade e uma janela de possibilidades que, não parecendo, pode facilitar a quotidiana procura de uma alimentação consciente sem prescindir do prazer de comer.

Oficina teórico-prática 

1: A química teórica do processo de panificação, características das matérias-primas e demonstração da criação da própria massa-mãe;

2: Selecção de ingredientes locais e reflexão sobre as suas potencialidades no enriquecimento da padaria pessoal;

3: Demonstração e prática da confecção de uma massa básica e enriquecimento pessoal e criativo. Partilha de ideias para o uso prático em casa como base de qualquer refeição. Cozedura.

4: (durante a cozedura) Conceitos básicos de conservação da massa-mãe e da massa de pão propriamente dita. Partilha da primeira entre todos e recapitulação dos cuidados a ter para a sua continuação.

Donativo obrigatório:
Sócios: 6 Paus
Não sócios: 10 Paus

Orientadora: Luísa Soares Teixeira
Formou-se na cozinha da avó Arminda, um espaço integrado numa casa de campo e equipado de maneira tradicional, tendo vindo a praticar uma cozinha de continuidade desde a infância, participando e experimentando, copiando e reinventando à medida dos recursos do seu tempo.
Consolidou conhecimentos de maneira auto-didacta debruçando-se sobre a mais nobre bibliografia gastronómica em conjunto com uma licenciatura em professores de Educação Visual e Tecnológica que resultou numa perspectiva de cozinha como oficina de expressão criativa.
Tem experimentado a escrita de crónicas de opinião e memórias culinárias na série A Conversa já Chegou à Cozinha e acha que o valor do conhecimento é proporcional às vezes que é partilhado. É produtora de uma pequena série de conservas de ingredientes locais e sazonais.
Partilha pontos de vista fotográficos e produções em facebook.com/salmoirabalsa e no Instagram em @passasdoalgarve. Tem um blog de má língua gastronómica em foodismo.wordpress.com .

Bayan Quartet

Com a evolução do acordeão no tempo, mais precisamente do Bayan, surge a vontade destes quatro amigos com um vasto currículo musical, premiados em vários concursos nacionais e internacionais, se juntarem para divulgar em quarteto um vasto repertório para esta formação.

Viajando desde o Barroco ao Contemporâneo, passando pela Música Tradicional Portuguesa esta formação interpreta obras originais de Gerhard Maasz, Vitorino Matono, André Santos, João Barradas, Astor Piazzolla e transcrições/adaptações de G.Rossini.

Pedro Santos, Carisa Marcelino, Nelson Almeida e Paulo Neto convidam-no a viajar  o som dos Bayan Quartet.

Donativo obrigatório:
Sócios: 5 Paus
Não-sócios: 8 Paus

À Quinta Conto

CICLO: À Quinta Conto

As histórias aconchegam-nos e transportam-nos para mundos onde o único limite é a imaginação de quem ouve. Por isso, na Re-Criativa República 14, todas as terceiras quintas-feiras do mês, Fernando Guerreiro conta e convida outros contadores de histórias para uma noite bem passada. Momentos de escuta e partilha num ambiente acolhedor, também ele cheio de histórias para contar.

Esperamos por vós para uma noite cheia de contos e encantos.

*Caso se justifique, a sessão será bilingue.

Caleidoscópio

No sábado dia 28 de Abril à noite, pelas 21h30, haverá o concerto do grupo pop-rock CALEIDOSCÓPIO. Este grupo originário de Olhão e constituído por Tiago Silva na voz e guitarra, Mário Dias na guitarra, Rui César no baixo e Bruno Pita na bateria, lançou o seu primeiro single, Universo Paralelo no final de 2017 e apresenta-se agora em concerto onde dará a conhecer a sua música aberta ao mundo.

Zilverzurf

Zilverzurf é Johan Zachrisson, um músico sueco radicado no Algarve desde os anos 80 com um projecto musical de World Music misturando influências afro, reggae e jazz com grooves étnicos. Com um enquadramento espiritual e meditativo, o concerto recorre a projecções de video que aprofundam a experiência do ouvinte.

O concerto terá início às 20:00 e desenrolar-se-á em duas partes de aproximadamente 40 minutos.

Workshop de Voz

Workshop de voz destinado a todas as pessoas que querem conhecer melhor a sua voz, tirar dela o melhor proveito e saber como a manter em boas condições, tais como professores, actores, cantores, etc.

FORMADORA
Inês Martins
Formadora e professora de Voz com larga experiência de trabalho com actores, cantores, jornalistas e professores, na manutenção e técnica vocais. É cantora no Coro Gulbenkian desde 1982.

CUSTO
Sócios:
– Pagamento antecipado: 10€
– Pagamento na hora: 15€

Não Sócios:
– Pagamento antecipado: 15€
– Pagamento na hora: 20€